“Idade mínima”: O anúncio de Ana Paula ao parar JN com nova lei da aposentadoria do INSS e cravar 2 alertas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Ana Paula Araújo soltou bomba no Jornal Nacional sobre o INSS
Ana Paula Araújo é uma das grandes jornalistas do país. Atualmente, a famosa é a responsável por comandar o Bom Dia Brasil na Globo, mas costuma aparecer na bancada do Jornal Nacional para substituir William Bonner e Renata Vasconcellos. Foi na bancada do noticiário, que a apresentadora trouxe uma nova lei da aposentadoria do INSS.
“As exigências para a aposentadoria do INSS vão ficar mais rígidas com a chegada de 2024”, disse Ana Paula Araújo na bancada do Jornal Nacional. Na sequência, uma reportagem sobre o assunto entrou no ar. Acontece que a regra geral dizia que mulheres deveriam se aposentar a partir dos 62 anos e com pelo menos 15 anos de contribuição.
Já para os homens, a regra é 65 anos e 20 anos de contribuição. Entretanto, para quem começou a contribuir antes de 2019, o Governo Federal cravou algumas importantes regras de transição. Assim, as exigências vão aumentando gradativamente, ou seja, a todo ano vai aumentando um pouco do tempo na idade, até que se chegue ao que diz a lei.
Ana Paula Araújo comunica mudanças no INSS para quem vai se aposentar em 2024 (Foto: Internet)
Ou seja, para as mulheres vai para 58 anos e 6 meses e 30 anos de contribuição, para os homens 63 anos e 6 meses e 35 anos de contribuição. Além disso, a regra dos pontos também mudou em 2024. “A soma da idade mais o tempo de contribuição deve ser de 91 pontos para as mulheres e para os homens precisa ser de 101 pontos”, dizia a reportagem.
INSS passou por mudanças na regra de transição (Foto: Reprodução/ Internet)
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Vale lembrar que o objetivo da Reforma da Previdência foi fazer com que o tempo de contribuição do trabalhador aumentasse, antes dele receber a aposentadoria. Essa foi uma das formas que o Governo Federal encontrou de diminuir o desequilíbrio que existe entre o que entra em contribuições e os pagamentos para os aposentados.