O FIM! Burger King comunica o fechamento de unidade no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Um das maiores redes de fast food do Brasil, Burger King, pegou todos os seus clientes de surpresa com fechamento de loja
Em apenas um mês, a rede Burger King fechou três de suas unidades que ficavam em shoppings de Porto Alegre. Assim, de acordo com uma apuração do jornal Gaúcha ZH, a primeira loja foi do Moinhos Shopping, que foi fechada no dia 15 de janeiro.
Em seguida, no dia 22, foi a do Bourbon Shopping Country e a unidade do shopping da Rua da Praia, no Centro Histórico, teve suas atividades encerradas.
Por meio de nota, a empresa confirmou o encerramento das atividades nas três lojas; e afirmou que o motivo dos fechamentos é que as unidades deixaram de ser rentáveis. No entanto, o Rio Grande do Sul continua sendo um mercado importante, sendo que ainda há 16 pontos em Porto Alegre.
Burger king anunciou fechamento de unidades e consumidores ficaram em choque (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
À vista disso, no shopping Rua da Praia, o Burger King contava também com um quiosque de sorvetes localizado no primeiro andar. Contudo, ao ir até o local, a Coluna Giane Guerra viu que as operações da unidade também foram encerradas.
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No entanto, a rede de fast food não informou quantos colaboradores foram demitidos do Burger King devido ao fechamento das três unidades.
O que a empresa falou?
Em nota a empresa declarou:
“Informamos que a Companhia segue um plano de expansão nacional, mapeando oportunidades e avaliando constantemente o seu portfólio e rentabilidade dos ativos. O estado do Rio Grande do Sul continua sendo um mercado muito importante para a Companhia. No entanto, as condições comerciais dos referidos pontos deixaram de viabilizar operações rentáveis, o que levou à tomada dessa decisão nos ativos em referência.”
Burger King - Foto Reprodução Internet
Por fim, vale lembrar que o quadro societário do Burger King é formado por Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, que são acionistas de referência da Americanas que, atualmente, passa por uma recuperação judicial, devido a um rombo de R$ 40 bilhões nas contas da companhia