Encerramento de atividades e pedido de falência: O triste fim de marca de roupas amada, rival da C&A

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Loja de roupas tentou se reerguer no Brasil, mas não conseguiu (Foto: Acervo / TV Foco)

Marca enfrentou forte crise e não resistiu à concorrência

Durante um pouco mais de uma década, uma marca de roupas dominou o mercado brasileiro e chegou a bater de frente com gigantes do ramo, como a C&A. No entanto, pouco antes do início dos anos 2000, o fim foi oficialmente decretado.

Em meados de 1987, a Pakalolo havia conseguido o licenciamento para usar as imagens dos personagens da Disney. Na época, eles chegaram a abrir uma loja por semana no Brasil, se tornando uma das principais redes do país entre os jovens.

Infelizmente, com o passar dos anos e a mudança da moda, a marca foi perdendo espaço e não conseguiu se adaptar ao andamento do mercado. Em 1995, veio a notícia: a falência havia sido decretada judicialmente. Tempos depois, tentaram reabrir, mas não deu certo.

A Marca, que enfrentou a C&A, encerrou as atividades no Brasil, após não conseguir se adaptar ao mercado da moda nacional (Foto: Divulgação / Pakalolo)

Não foi a única...

Depois de 8 anos batendo de frente com gigantes do ramo, como Riachuelo e Renner, a Forever 21 fechou as 15 unidades que mantinha Brasil. O anúncio foi feito oficialmente no ano passado, mandando embora os milhares de funcionários.

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Nos Estados Unidos, a loja continua em funcionamento, assim como em alguns dos outros países da América Latina. Porém, nem de longe, o rendimento é o mesmo de anos atrás. E, segundo uma reportagem do G1, isso se deve ao mercado online de vendas de roupas.

Alto custo de importação e infraestrutura gigante teriam motivado o fim das lojas da Forever 21 no Brasil (Foto: Divulgação / Shopping Eldorado)

O que aconteceu com a Forever 21?

Em 2022, as lojas da marca fecharam oficialmente no Brasil. De acordo com o jornal O Globo, o alto custo de importação e a infraestrutura maior que o normal foram alguns dos motivos para o fim.

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