Martelo batido do Banco Central entrega o que acontecerá com quem tem R$10 mil na poupança CAIXA em 2025
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Após decisão do Banco Central, as principais poupanças são impactadas com nova realidade e isso é o que acontece com quem tem R$10 mil na poupança CAIXA e mais em 2025
Em dezembro de 2024, o COPOM do Banco Central bateu o martelo e elevou a taxa básica de juros (Selic) para 12,25% ao ano .
Essa decisão acaba afetando diretamente a rentabilidade das principais poupanças e investimentos em renda fixa do país, como da CAIXA, Banco do Brasil, Bradesco e mais ...
Neste texto, a equipe especializada em economia do TV Foco, a partir de informações divulgadas pelo portal Exame, traz:
- O impacto desta decisão na poupança, os melhores investimentos em renda fixa neste cenário;
- O que acontece hoje com quem tem R$ 10 mil reais aplicados em uma dessas poupanças.
Entenda os impactos:
A poupança tem uma regra específica de rendimento, que depende da Selic:
- Quando a Selic está acima de 8,5% ao ano , a poupança rende 0,5% ao mês + Taxa Referencial (TR) .
- Atualmente, com a Selic a 12,25%, a TR está próxima de 0,2% ao ano, resultando em um rendimento anual efetivo de aproximadamente 6,17% .
Sendo assim, a poupança da CAIXA e de qualquer outro banco tradicional tem os seguintes rendimentos:
- Rendimento mensal : R$ 10.000 x 0,5% = R$ 50,00;
- Rendimento anual bruto : R$ 10.000 x 6,17% = R$ 617,00.
Por mais que a poupança seja isenta de Imposto de Renda, sua rentabilidade é limitada, tornando-a menos atrativa frente a outros produtos de renda fixa atrelados à Selic.
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Quais são os investimentos melhores que a poupança no momento?
Com a Selic em 12,25%, outras aplicações financeiras podem oferecer rendimentos melhores. Confira abaixo ao menos três deles:
1. Tesouro Selic: O Tesouro Selic, título público do Governo Federal, é ideal para quem busca segurança e liquidez. Ele acompanha a Selic, rendendo perto de 12,25% ao ano antes de impostos e taxas.
- Rendimento mensal bruto : R$ 10.000 x 0,964% = R$ 96,40
- Rendimento anual bruto : R$ 10.000 x (1 + 0,00964)¹² = R$ 1.221,44.
- Imposto de Renda (20% sobre o rendimento para prazos até 6 meses): R$ 1.221,44 x 20% = R$ 244,29;
- Rendimento anual líquido : R$ 1.221,44 - R$ 244,29 = R$ 977,15.
2. Certificado de Depósito Bancário (CDB) Pós-Fixado: Os CDBs pós-fixados oferecidos pelos bancos acompanham o Selic ou o CDI (geralmente próximo ao Selic). Esses investimentos rendem mais que a poupança, especialmente para quem busca retornos acima de 100% do CDI.
- Rendimento mensal bruto : Para um CDB que rende 100% do CDI (aproximado à Selic), R$ 10.000 x 0,964% = R$ 96,40
- Rendimento anual bruto : Sem impostos considerados, o retorno seria semelhante ao do Tesouro Selic, com um rendimento anual bruto de cerca de R$ 1.221,44 .
- Rendimento líquido anual (após 20% do IR): R$ 977,15.
Principais vantagens: Os CDBs dos bancos menores podem oferecer taxas superiores a 100% do CDI, elevando ainda mais o rendimento.
Outros:
3. Fundos DI e Renda Fixa: Por fim, os fundos de investimento que aplicam em títulos públicos ou privados pós-fixados são uma alternativa interessante.
No entanto, é importante observar as taxas de administração.
- Rendimento bruto mensal (sem taxas): R$ 10.000 x 0,964% = R$ 96,40.
- Impacto da taxa de administração : Uma taxa de 1% ao ano pode reduzir o rendimento anual em cerca de R$ 100.
- Rendimento líquido anual : Varia conforme a taxa de administração e o prazo de investimento.
Veja a tabela explicativa abaixo:
Considerações finais:
- Com a Selic a 12,25% ao ano, a poupança da CAIXA e outros bancos rende apenas R$ 50 por mês ou R$ 617 por ano para um investimento de R$ 10 mil.
- Mas. essa realidade acaba tornando as poupanças menos atrativas frente a outros investimentos como Tesouro Selic, CDBs e fundos DI, que podem render até R$ 977 líquidos ao ano .
- Além disso, esses produtos, atrelados à Selic, oferecem maior rentabilidade, mesmo com o desconto do Imposto de Renda, e são as melhores alternativas no cenário atual de juros altos.