Pais de Maju, após confirmação da saída do JH, vão a público e estraçalham: “A gente chora”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Os pais de Maju, assim como ela, participaram do programa Altas Horas no último sábado (21) na Globo e não deixaram passar nadinha
Maju Coutinho foi a convidada do Altas Horas que foi ao ar no último sábado (21) na Globo e não deixou de falar sobre sua vida profissional. A contratada da Globo, que comanda o Jornal Hoje, falou sobre a profissão de professora, que exerceu no início da carreira, e o programa contou até com a participação de seus pais, Zilma e João.
Questionados se já choraram vendo a filha à frente da TV, eles deixaram claro que sim. “Tem momento que a gente chora, sim. É um choro particular! Olho e muitas vezes falo: ‘É nossa menina'”, declarou dona Zilma, em meio à notícia que circula de que Maju deixará o Jornal Hoje para assumir o Fantástico nos próximos anos na Globo.
Maju Coutinho surpreendeu
Em meio à conversa, Maju Coutinho revelou um pedido feito por uma professora de magistério, que ela finalmente cumpriu no ar durante o programa de Serginho Groisman na Globo. “Tenho uma professora, que foi minha professora no magistério, e ela sempre reclama que eu venho aqui e não conto”, revelou a jornalista da Globo.
Maju Coutinho (Foto: Reprodução/TV Globo)
“Ela fala que eu sou professora, porque fiz magistério e atuei por pouco tempo, mas ela diz que eu sou e que, se eu fosse ao Serginho e não falasse, ela ia ficar muito brava. Então está registrado. Obrigada por você fazer parte da minha história, e eu sou professora sim!”, prosseguiu Maju, que ainda destacou outro nome importante na carreira.
Pedido é ordem
“Dei aula durante uns dois anos, na Prefeitura de São Bernardo do Campo, e, antes disso, para crianças pequenas em um colégio particular que seguia a linha montessoriana. Inclusive, nesse colégio, o padre Julio Lancellotti fazia uma ronda nos colégios particulares da região para que abrigassem crianças soropositivas”, destacou a profissional.