Um dos deputados do Governo de Lula traz um plano para o fim da escala 6x1 aos trabalhadores brasileiros em 2026
O fim da escala 6x1 é um dos grandes desejos dos trabalhadores e está passando por várias análises do Governo de Lula.
Inclusive deu mais um avanço nesta semana, o que deixa os CLTs ainda mais ansiosos e com a possibilidade de trabalhar menos horas por dia.
De acordo com o portal 'O Globo', na última segunda-feira (09) o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou para CCJ a proposta para o fim da escala 6x1.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisará a Proposta de Emenda à Constituição. Esse é mais um passo importante para a tramitação do tema.
"A Casa vai ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros. O mundo avançou, principalmente na área tecnológica, e o Brasil não pode ficar para trás", disse Hugo Motta.
O Presidente da Câmara dos Deputados, braço direito de Lula, reafirmou que o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho e a revisão do sistema de escala 6x1.
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Mas a proposta ainda precisa passar por uma série de análises e aprovações até que entre em vigor.

Como funciona a escala 6x1?
Atualmente, grande parte dos trabalhadores brasileiros cumprem a escala 6×1, isso porque contam com uma carga horária semanal de 44 horas.
Assim, fazem 8 horas por dia de segunda à sexta-feira, e mais 4 horas aos sábados. Ou seja, são seis dias de trabalho e apenas um de descanso.
A proposta é que haja uma diminuição nesse período e com isso os CLTs ganhem um dia a mais de descanso.
O objetivo inicial é reduzir de 44 horas para apenas 36 horas, podendo até mesmo ter uma escala 4x3 em algumas situações.
Comércio é o setor que mais utiliza a escala 6x1
Os principais trabalhos em que se tornam mais frequente a escala 6×1 são aqueles com contato direto com os clientes, como o comércio.
Supermercados, por exemplo, costumam abrir os 7 dias da semana e seus funcionários fazem a famosa escala 6×1, descanso apenas um dia na semana.
Profissionais de limpezas, transporte e logística, hotelaria, turismo e entretenimento também costumam trabalhar de segunda à sábado.
Esses são os principais trabalhadores que querem a redução da carga horária ao CLT. Isso porque chegaria também sem a redução salarial.
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Autor(a):
Gabriel Amaral
Gabriel Amaral é graduado em jornalismo pela Faculdade Anhembi Morumbi, em 2021 e atua como redator e coordenador do TV Foco, especializado em Esportes desde 2022. Possui ampla experiência na cobertura de programas esportivos e publica matérias com foco em futebol, dos principais clubes do Brasil e do Mundo. Contato gabriel.amaral@otvfoco.com.br



