“Pode causar bronquite química”: Jornal da Record confirma PROIBIÇÃO de produto n°1 dos idosos 60+
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Jornal da Record confirma proibição de produto popular
Record confirma proibição baixada pela Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) contra produto n°1 dos idosos 60+ e faz alerta quanto aos riscos à saúde causados por ele.
Primeiramente, os termômetros são itens indispensáveis em qualquer lar, ainda mais se for um lar de idosos.
Afinal de contas, é através deles que conseguimos medir a temperatura e detectamos possíveis febres.
De acordo com informações do portal R7, que pertence à Record, foi proibido a importação e venda de termômetros com coluna de mercúrio.
Segundo a agência, esses produtos representam um risco à saúde dos usuários, podendo "causar bronquite química", além de contaminar o meio ambiente.
A Anvisa publicou na última terça feira (24) uma resolução no Diário Oficial da União contra um dos modelos mais populares de termômetros.
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Desse, modo a medida foi assinada pelo diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres. Porém, o grande risco desses produtos é que o mercúrio, armazenado na coluna central, possa cair e se espalhar.
NÃO É NOVIDADE ESSA PROIBIÇÃO QUE AFETA OS IDOSOS?
Porém, vale pontuar que esse veto, no entanto, não é novo e está vigente no Brasil desde 2019.
Em 2017, o órgão fiscalizador emitiu a primeira resolução proibindo os dispositivos, a RDC 145/2017, que passou a valer no país a partir de 1º de janeiro de 2019.
Agora, o novo texto atualiza o anterior após um processo de revisão, mantendo a proibição.
Dados do Ministério do Meio Ambiente divulgados no portal Gov, revelam que a exposição a 1,2 miligramas da substância por algumas horas pode causar bronquite química e fibrose pulmonar.
Além disso, a longo prazo, o mercúrio pode provocar sérios problemas ao sistema nervoso central e à tireoide, caso a exposição aconteça por períodos prolongados.
Porém, a proibição também se aplica a medidores de pressão, os chamados esfigmomanômetros.
Esses produtos já vêm sendo substituídos no comércio brasileiro, mas as novas regras não abrangem objetos destinados à pesquisa, calibração de instrumentos ou uso como padrão de referência.
O QUE DIZ A ANVISA EM NOTA ENVIADA AO JORNAL DA RECORD?
Contudo, em uma nota enviada ao portal R7 (Jornal da Record Online), a agência explica que isso “atende apenas a aspectos formais de edição/publicação de resoluções” e que “em nada muda a regra que já proibia tais equipamentos”.
Naquela mesma época, a Anvisa destacou que tal decisão de proibir os produtos era resultado da Convenção de Minamata, assinada pelo Brasil e cerca de 140 países em 2013 para eliminar o uso do mercúrio.
Esse metal líquido é encontrado similarmente em diferentes produtos, como pilhas, lâmpadas e equipamentos para saúde.
Como os objetos não têm prazo de validade, algumas pessoas, principalmente idosos podem ter esse tipo de termômetro em casa. Sendo assim, a Anvisa recomenda cuidados redobrados para se evitar acidentes.
COMO DESCARTAR O TERMÔMETRO QUEBRADO?
Portanto, quem já possui um dispositivo do tipo em casa pode continuar a utilizá-lo, devendo seguir apenas as orientações de descarte adequado em caso de quebra, que envolvem:
- Isolar o local e impedindo que crianças brinquem com as bolinhas de mercúrio, afinal de contas, elas estão são as mais suscetíveis a pegar infecções ;
- Utilize luva e máscara, retirando com cuidado os restos de vidro, para evitar ferimento, e feche hermeticamente;
- Localize as “bolinhas” de mercúrio e junte com cuidado, utilizando um papel cartão ou similar;
- Recolha as gotas de mercúrio com uma seringa sem agulha. As gotas menores podem ser recolhidas com uma fita adesiva;
- Transfira o mercúrio recolhido para um recipiente de plástico ou de vidro duro e resistente com uma certa quantidade de água que cubra esses resíduos e fechando-o hermeticamente;
- Identifique com etiqueta ou papel o recipiente, escrevendo na parte externa “Resíduos tóxicos contendo mercúrio” ou algo parecido;
- Coloque o recipiente em uma sacola fechada;
- Entre em contato com o serviço de limpeza urbana do seu município ou com o órgão ambiental (estadual ou municipal) para saber como proceder à entrega do material recolhido;
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Contudo, é fundamental que as pessoas sigam as recomendações de descarte adequado de termômetros em caso de quebra, para impedir a contaminação e os riscos associados ao mercúrio.
Desse modo, há chance de substituir os equipamentos por alternativas digitais, amplamente disponíveis e eficazes. Essa solução é a mais segura para as famílias, especialmente em lares de idosos, onde o monitoramento da saúde é essencial.
A Anvisa cumpriu o seu dever de estar sempre atenta em qualquer tipo de situação que possa colocar em risco a saúde da população.
AFINAL, QUAIS PRODUTOS PRECISAM DA APROVAÇÃO DA ANVISA NO BRASIL?
De acordo com informações do portal Licempre, o registro na Anvisa é obrigatório para as empresas que fabricam e importam produtos alimentícios, farmacêuticos, correlatos, saneantes e cosméticos.
Dessa forma, deve-se sempre analisar e passar por uma perícia especializada do órgão para a sua aprovação.
Anvisa (Foto: Reprodução/ Internet)
Anvisa estabelece limites permitidos em todos os alimentos (Reprodução: Anvisa/Divulgação)
Anvisa fiscaliza todos os produtos que entram no país (Reprodução: Anvisa/Divulgação)