Qual é o salário mínimo das costureiras em São Paulo em 2026?

Saiba quanto as costureiras recebem de salário mínimo em São Paulo em 2026 e veja quais fatores influenciam a remuneração no setor

20/02/2026 17:45

3 min

Salário mínimo das costureiras (Foto: Reprodução)
Salário mínimo das costureiras (Foto: Reprodução)
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Saiba quanto as costureiras recebem de salário mínimo em São Paulo em 2026 e veja quais fatores influenciam a remuneração no setor

O salário mínimo das costureiras em São Paulo em 2026 segue uma regra clara definida pelo governo estadual. Atualmente, o valor mínimo que empregadores devem pagar chega a R$ 1.804,00 por mês.

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Esse valor vale para trabalhadoras que não possuem piso salarial definido por acordo coletivo. Portanto, a regra atinge grande parte da categoria no estado.

Antes de tudo, é importante entender a diferença entre salário mínimo nacional e salário mínimo paulista. O governo federal fixou o salário mínimo nacional em R$ 1.621,00 em 2026. Esse valor serve como base para todo o Brasil.

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Salário mínimo - São Paulo (Foto: Reprodução)

No entanto, a Constituição permite que estados criem um piso regional maior. Por isso, São Paulo mantém um valor próprio acima do nacional.

Além disso, o salário mínimo paulista foi definido pela Lei nº 18.153 de 2025. O governo estadual sancionou a norma e colocou o novo valor em vigor em 1º de julho de 2025. Desde então, o piso permanece em R$ 1.804,00. Em 2026, o estado mantém esse valor sem novo reajuste até o momento.

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Mas o que significa, na prática, salário mínimo paulista?

O piso estadual representa o menor valor que empresas podem pagar a determinadas categorias profissionais. Ele vale para trabalhadores que não contam com convenção coletiva ou acordo sindical específico. Convenção coletiva é o acordo firmado entre sindicato de trabalhadores e sindicato patronal para definir salários e direitos.

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Nesse contexto, as costureiras entram na lista de categorias beneficiadas pelo piso estadual. A lei estadual inclui profissionais da área têxtil entre os trabalhadores que recebem o mínimo paulista. Portanto, quando não existe acordo sindical próprio, o empregador deve pagar ao menos R$ 1.804,00 por mês.

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Enquanto isso, o salário mínimo nacional de R$ 1.621,00 continua como referência geral no país. Porém, em São Paulo, o valor estadual prevalece quando é maior. Assim, a costureira que trabalha no estado recebe pelo menos R$ 1.804,00, e não R$ 1.621,00, caso não haja piso superior definido por sindicato.

Além disso, até o momento, o governo de São Paulo não anuncia novo reajuste para 2026. O piso estadual segue em vigor com o mesmo valor definido em 2025. Caso o governo proponha aumento, a Assembleia Legislativa precisa aprovar nova lei. Enquanto isso não acontece, empregadores devem respeitar o valor atual.

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Por fim, a costureira que trabalha em São Paulo em 2026 recebe, no mínimo, R$ 1.804,00 mensais, se não houver piso maior garantido por sindicato. Esse valor supera o salário mínimo nacional. Portanto, a legislação estadual garante proteção maior para essas profissionais no estado.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu