Santa Catarina define o salário mínimo regional de 2026 e impacta milhões de trabalhadores em diferentes categorias

Santa Catarina manteve em 2026 um salário mínimo regional próprio, diferente do valor nacional definido pelo governo federal. Essa política estadual buscou adequar a remuneração básica ao custo de vida local.

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O piso nacional ficou em R$ 1.621,00. Porém, o estado adotou valores superiores para categorias específicas. Essa diferença reforçou a proteção ao trabalhador catarinense. Além disso, a legislação estadual garantiu segurança jurídica para empresas e empregados.

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Santa Catarina tem um salário mínimo acima do nacional (Foto: Reprodução/Internet)

Assim, o piso regional seguiu como referência para quem não possui acordo coletivo específico.

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Em 2026, o salário mínimo regional catarinense variou conforme a atividade profissional exercida. O estado dividiu os valores em 4 faixas distintas. Todas superaram o piso nacional vigente. Essa estrutura atendeu trabalhadores sem salário definido por convenção coletiva ou lei federal.

Segundo a legislação, o enquadramento depende do setor econômico. Portanto, cada categoria recebeu um valor mínimo específico. Essa organização buscou equilíbrio entre realidade econômica e valorização profissional.

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Qual é o salário mínimo regional de Santa Catarina em 2026?

A primeira faixa do salário mínimo regional fixou o valor de R$ 1.730,00 em 2026. Esse piso atendeu trabalhadores da agricultura, construção civil e serviços de entrega. O estado incluiu essas áreas por sua relevância econômica.

Além disso, esses setores concentram grande volume de mão de obra. Assim, o piso superior ao nacional ajudou a reduzir perdas salariais. Consequentemente, o trabalhador ganhou maior previsibilidade de renda mensal.

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A segunda faixa definiu o salário mínimo regional em R$ 1.792,00 para 2026. Esse valor alcançou profissionais das indústrias de vestuário, couro, comunicação e telemarketing. O governo estadual considerou a dinâmica desses setores.

Além disso, o piso buscou acompanhar reajustes inflacionários. Dessa forma, o salário mínimo regional evitou defasagens históricas. Portanto, o trabalhador recebeu uma base salarial mais compatível com o mercado local.

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Já a terceira faixa estabeleceu o valor de R$ 1.898,00 em 2026. Esse piso atendeu trabalhadores da indústria alimentícia, química, cinematográfica e do comércio. O estado incluiu esses segmentos por sua complexidade produtiva.

Além disso, esses setores apresentaram maior valor agregado. Assim, o piso mais elevado refletiu as exigências técnicas das funções. Consequentemente, a remuneração mínima ganhou maior coerência setorial.

Por fim, a quarta faixa definiu o maior salário mínimo regional de Santa Catarina em 2026. O valor chegou a R$ 1.978,00 mensais. Esse piso abrangeu setores metalúrgico, gráfico, vidreiro, saúde, educação e administração de edifícios.

O estado considerou a qualificação exigida nessas áreas. Além disso, o piso buscou valorizar profissões essenciais. Portanto, essa faixa representou o teto do mínimo estadual.

Impacto em Santa Catarina

No meio dessa estrutura, a legislação estadual deixou critérios claros de aplicação. O piso regional vale apenas quando não existe outro salário definido. Além disso, acordos coletivos continuam tendo prioridade. Para facilitar o entendimento, a divisão seguiu esta lógica:

  • Faixa 1 com atividades operacionais básicas
  • Faixa 2 com setores industriais leves e serviços
  • Faixa 3 com indústrias e comércio estruturado
  • Faixa 4 com áreas técnicas e serviços essenciais

Por fim, esses valores foram definidos pela Lei Complementar nº 869. A norma entrou em vigor com efeito retroativo a 1º de janeiro de 2025. Desde então, empregadores precisaram adequar contratos. O estado reforçou a fiscalização do cumprimento.

Assim, o piso regional garantiu remuneração mais justa. Além disso, a política ajudou a reduzir desigualdades salariais internas. Em conclusão, Santa Catarina consolidou em 2026 um dos pisos regionais mais elevados do país.