R$34,59 bilhões na mesa e negócio aprovado: A venda colossal da Amil a gigante e novo dono chocante
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Venda colossal de uma das maiores redes de plano de saúde do Brasil e o novo dono é oficializado
A Amil teve a sua venda aprovada e o novo dono acabou de ser revelado em transação que surpreendeu demais os clientes da operadora de plano de saúde.
Essa negociação é a maior fusão e aquisição já feita entre uma companhia e uma única pessoa física no Brasil.
PARA QUEM A AMIL FOI VENDIDA?
Segundo informações da Folha de São Paulo, Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou sem restrições a compra da operadora de planos de saúde Amil pelo empresário José Seripieri Filho.
A norte-americana UnitedHealth anunciou no final de dezembro que aprovou um acordo para vender a Amil ao fundador e ex-presidente da Qualicorp por cerca de US$ 7 bilhões (R$ 34,59 bilhões), em uma operação que incluiu dívida da empresa brasileira.
Amil (Reprodução - Internet)-
Amil (Reprodução - Internet)-
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Amil (Reprodução - Internet)-
O presidente-executivo da UnitedHealth, Andrew Witty, anunciou a decisão de vender a Amil, adquirida em 2012 por US$ 5 bilhões, logo após assumir o comando em 2021.
A transação tornou-se o maior negócio de fusão e aquisição já feito entre uma companhia e uma única pessoa física no Brasil. Seripieri financiou R$ 2 bilhões junto aos bancos Santander, Bradesco, BR Partners e BTG Pactual.
A venda da Amil era um dos negócios mais aguardados no setor de planos de saúde. A empresa é uma das maiores operadoras do país: tem 5,4 milhões de beneficiários, 383 mil empresas clientes, 19 hospitais, 52 unidades laboratoriais, nove clínicas odontológicas e cerca de 21 mil funcionários.
Sua rede credenciada abrange 1.600 hospitais e 6.200 laboratórios e centros diagnósticos. Controlada pela americana UnitedHealth, a Amil contratou o banco BTG Pactual no fim de 2021 para comprar a sua carteira deficitária de planos de saúde individuais e familiares.
Até então não vai mudar nada aos clientes, mas, caso mude, a operadora deve oferecer uma alternativa viável a mudança.