R$4,2 bilhões: A compra colossal de Banco do Brasil de 7º maior banco do país para aniquilar a Caixa
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco do Brasil compra parte de gigantesco banco do país por bilhões
Antes mesmo do Banco do Brasil se tornar essa potência financeira que vemos hoje, a instituição teve que comprar um outro banco gigantesco para alcançar o seu patamar e concorrer com sua maior rival, a Caixa Econômica Federal.
Portanto, em 2009, o BB fechou uma compra de parte do Banco Votorantim, acordando 49,99% do capital volante da Instituição e 50% do capital social.
Segundo informações do portal G1, a operação teve como objetivo fortalecer sua atuação no financiamento a veículos, mercado em que o Banco Votorantim atua com destacada especialização e rápido crescimento.
Vale ressaltar que o Votorantim é o sétimo banco do país, com R$ 81,3 bilhões em ativos.
Desse modo, com a operação, os ativos do BB passaram a somar mais de R$533,3 bilhões.
Além disso, o banco contava com o o braço financeiro BV Financeira e BV Leasing, um dos líderes em financiamento e leasing de carros no país. Entre os objetivos da compra do Votorantim pelo Banco do Brasil está a possibilidade de ganhar espaço no financiamento de autos.
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Contudo, o negócio fechou com mais de 33 bilhões de ações ordinárias do banco, por R$3 bilhões e de mais de 7 bilhões de ações preferenciais, por R$1,2 bilhão.
De acordo com o fato relevante divulgado ao mercado, o valor da operação foi calculado com base em avaliação econômico-financeira elaborada por consultores contratados pelo Banco do Brasil.
Atualmente, no primeiro trimestre de 2024, o BB apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 9,3 bilhões, um crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período de 2023, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 21,7%.
Qual é o banco com mais clientes no Brasil?
No Brasil, segundo dados do Banco Central, a instituição financeira com mais clientes é a Caixa, com 151,947 milhões. Depois aparecem Bradesco, com 106,523 milhões; Itaú, com 100,630 milhões.