Reportagem da Globo vem recheada de expressões informais e chama a atenção

[caption id="" align="aligncenter" width="615"] Edição do quadro “Cadê o dinheiro que tava aqui” vem recheada de expressões informais (Foto: Reprodução/ TV Globo)[/caption] Como se sabe, nos últimos anos a Globo decidiu que daria um tom de informalidade aos seus jornalísticos…

(Imagem de reprodução da internet).

Edição do quadro “Cadê o dinheiro que tava aqui” vem recheada de expressões informais (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Como se sabe, nos últimos anos a Globo decidiu que daria um tom de informalidade aos seus jornalísticos diários e semanais. No entanto, algumas vezes se erra a dose.

Na edição do quadro do “Fantástico” “Cadê o dinheiro que tava aqui?”, deste domingo (11), diversas frases e expressões que foram ditas na narração, de Tadeu Shmidt, chamaram a atenção, como aponta o jornalista Flávio Ricco.

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Entre elas, “o coro começa a comer”, “mutreta”, “sumir por baixo do pano”, “o dono dedura”, “sente essa” e “se o bicho pegasse tinha como segurar a peteca”. Alguns acharam um pouco demais a dose de informalidade da atração.

A reportagem, a propósito, foi sobre fraudes no Rio Grande do Norte, feita pelo “repórter secreto”. Assunto bastante delicado.

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