100% de comida podre, insetos e prisão: Restaurante bombado do RJ é interditados às pressas pela Anvisa
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Famoso restaurante popular no Rio de Janeiro, foi interditado após nojeira e manifestação de baratas vir à tona, além de ser encontrado 100kg de comida podre
Um popular restaurante do Rio de Janeiro foi interditado às pressas pela Anvisa, trazendo à tona um cenário alarmante.
As condições higiênico-sanitárias do estabelecimento eram deploráveis, com relatos de 100kg da comida armazenada em estado de decomposição, infestação de insetos e graves irregularidades que culminaram na prisão dos responsáveis.
Essa intervenção da Anvisa destaca a importância da fiscalização rigorosa para garantir a saúde pública e a segurança alimentar dos consumidores.
Um famoso restaurante foi rapidamente fechado no RJ após a descoberta de sujeira e baratas no local. O estabelecimento estava situado na Rua Grauben Barbosa, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro.
A interdição ocorreu devido à falta de higiene na manipulação e armazenamento dos alimentos. O incidente aconteceu em janeiro de 2024, conforme reportado pelo O São Gonçalo.
Agentes da Delegacia do Consumidor (DECON) e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) constataram que a produção dos alimentos era realizada de maneira inadequada. Além de ignorar as normas sanitárias, os agentes encontraram diversos produtos com a data de validade vencida.
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100 kg de comida estragada
Outro fator que chamou a atenção da Anvisa foi a presença de alimentos impróprios para consumo e outros armazenados de forma inadequada. Durante a inspeção, foram descartados 100 kg de comida estragada.
As informações que desencadearam a fiscalização foram obtidas por meio do Disque Denúncia, indicando que funcionários ou clientes do restaurante alertaram as autoridades.
O gerente do estabelecimento foi detido e autuado em flagrante com base na Lei dos Crimes Contra as Relações de Consumo, cuja pena pode variar de 2 a 5 anos de prisão.
Levado ao sistema penitenciário, ele ficou à disposição da Justiça, segundo informações divulgadas na época.
A matéria não mencionou o nome do restaurante. A Rua Grauben Barbosa, no Méier, possui vários estabelecimentos, o que torna difícil determinar se o restaurante em questão foi definitivamente fechado ou se já retomou as atividades.
Agente da Vigilância Sanitária (Foto: Reprodução / Internet)
Alimentos armazenados de forma imprópria em restaurante na zona norte do Rio de Janeiro (Foto: Disque Denúncia/Divulgação)
Anvisa - Vigilância Sanitária - Rato - Mercado (Foto: Reprodução, Montagem - TV Foco)
Fiscais da Vigilância Sanitária interditam pizzaria Parmê na expansão do Norte Shopping (Foto Reprodução/CNN)
Condições precárias da Parmê do Norte Shopping (Foto: Reprodução / CNN Brasil)
Até o momento, não houve manifestação ou nota de esclarecimento por parte do restaurante. O espaço permanece aberto para que o estabelecimento possa apresentar sua versão dos fatos.
Como fazer uma denúncia para a Anvisa?
Para fazer uma denúncia à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), você pode seguir estas orientações:
- Fala.BR: Acesse a plataforma Fala.BR e registre sua manifestação. Lá, você pode fazer denúncias, reclamações e solicitar providências para qualquer órgão governamental integrado à plataforma.
- Atendimento presencial: Se preferir o atendimento presencial, a Ouvidoria da Anvisa está disponível de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 17h00, no endereço: SIA Trecho 05, Área Especial 57, lote 200, bloco A, térreo.
- Denúncias específicas:
- Irregularidades em empresas sujeitas à fiscalização da Anvisa: Informe à Ouvidoria.
- Problemas relacionados à higiene, venda de produtos ou prestação de serviços em estabelecimentos comerciais (restaurantes, bares, farmácias, mercados): Procure as Vigilâncias Sanitárias dos Estados ou Municípios.
- Questões sobre más condições de trabalho e saúde do trabalhador: Consulte os Centros de Referência Especializados em Saúde do Trabalhador.
Lembre-se de que a Ouvidoria tem um prazo de até 30 dias para responder às manifestações.