Criança acusada de matar os pais: Revelação inédita do caso Pesseghini traz nova teoria sobre real culpado
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Este ano, a equipe da Record reviveu assassinato que aconteceu em agosto de 2013, mas trouxe novas informações ao público
Até hoje, a polícia não conseguiu desvendar por completo o caso da família Pesseghini. Na decisão final, Marcelinho, na época com 13 anos, recebeu a culpa por ter matado os pais, que eram policiais militares, além da avó e da tia.
No entanto, a advogada da família, Roselle Soglio, continua negando a versão. O crime voltou a ganhar destaque em março deste ano, no Doc Investigativo, da Record. O programa trouxe uma nova teoria levada posteriormente à Justiça.
Para a produção, Thais Furlan investigou a hipótese de envolvimento de policiais militares no caso, o que poderia tirar a culpa do menino acusado. Por causa da brutalidade em torno do crime, ainda há quem duvide da autoria do jovem.
Segundo a Record, poderia ter se tratado de uma vingança. Na época, Andreia Bovo Pesseghini, a mãe, estaria denunciando colegas corruptos dentro da Polícia Militar. Ela, então, teria sido alvo de retaliações, o que atingiu toda a família.
Afinal, o que aconteceu com Marcelinho Pesseghini?
Em agosto de 2013, a família foi assassinada a tiros com uma pistola 40. O menino virou o principal suspeito, diante de algumas evidências levantadas pelos investigadores. Porém, a versão nunca convenceu totalmente o júri, apesar de tê-lo considerado culpado.
Na lista de indícios, apareceram imagens de uma câmera de segurança, depois da hora do crime, em que o jovem supostamente deixa o veículo da família. Em contrapartida, a advogada nega. “O Marcelo não sabia dirigir. Portanto, não poderia ser ele naquele carro”, rebateu.
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Conclusão
Após a chacina, de acordo com a Record, Marcelinho se matou com um tiro na cabeça, na casa em que morava com a família, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. Segundo a polícia, todas as vítimas estavam dormindo quando morreram. O laudo psiquiátrico apontou que uma doença mental teria levado o menino a acreditar que era um personagem de videogame, um assassino profissional. Roselle Soglio continua defendendo a outra versão.