Em meio a fechamento de queridinhas dos shoppings, nova rival da C&A estoura os cofres e abre 1 loja por semana
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Indo totalmente na contra mão da maioria das varejistas, nova rival da C&A estoura cofres e abre uma loja por semana
Como muitos que acompanham o cenário econômico sabe, o meio varejista está cada vez mais tenso e conturbado. Até mesmo as lojas mais queridinhas dos shoppings vêm anunciando fechamentos e falências que muitas vezes chega a ser inacreditável.
Apenas para se ter uma vaga ideia da situação em que estamos vivendo, Lojas como a Renner e Tok&Stok , consideradas uma das mais amadas dos shoppings, anunciaram o fechamento de unidades espalhadas pelo país.
*Para saber mais sobre a situação da Renner, clique aqui, e para saber a situação da Tok&Stok, clique aqui
Agora, indo completamente pela contramão, uma nova varejista, que promete ser uma grande rival da C&A, está dando o que falar pois está estourando os cofres para expandir os seus negócios em um momento, que como dissemos anteriormente, não está nada fácil.
Tok&Stok, assim como grandes varejistas estão enfrentando cenário conturbado (Foto Reprodução/Internet)
Em expansão ...
Estamos falando da rede de varejo de moda e cama, mesa e banho, mesmo segmento das mais famosas lojas de departamento, a Lojas Avenida.
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De acordo com a InfoMoney, parede que o medo da crise não esta afetando essa rede que tem como público alvo pessoas de classe média baixa (C e D).
Ao que tudo indica, em um momento em que as lojas estão migrando para a internet e saindo do campo físico, essa rede está caindo fora do ecommerce e, em contrapartida, pretende inaugurar uma loja POR SEMANA até o fim do ano, principalmente nos estados onde já atua.
Lojas Avenida, em meio a cenário crítico, estoura cofres afim de expandir a marca em meio físico (Foto Reprodução/Internet)
Nesta semana, por exemplo, a nova unidade é a de Brasília – e o Distrito Federal ganhará mais duas unidades. De acordo com declarações dadas pelo CEO da companhia, Rodrigo Caseli, no momento o plano é justamente o crescimento em lojas físicas.
Quem tem medo da crise?
Apesar disso, Caseli reconhece que o varejo vive sim em um momento complexo, com os bancos fechando a torneira de crédito para o segmento:
“A maioria do varejo começou este ano alavancada. Então, houve o momento Americanas, os juros muito altos e os bancos têm suas razões para reduzir o crédito. Mas, com isso, o varejo acabou estrangulado” - Afirma ele
A rede, fundada em Cuiabá, no Mato Grosso, vivia, no entanto, um momento diferente. Em 2021, a empresa se preparava para um IPO, para dar saída ao fundo Kinea, quando a janela de mercado se fechou.
Rodrigo Caseli, CEO do Grupo Avenida (Foto Reprodução/ Mercado&Consumo)
Ao mesmo tempo, passava por um processo de due diligence* com a gigante do varejo sul-africana Pepkor, que queria investir no Brasil.
*A Due Diligence (ou diligência devida) é um procedimento que visa fazer pesquisas e investigações aprofundadas acerca de uma empresa. Na prática, ela ocorre, por exemplo, quando existe uma negociação em andamento, de modo que a empresa interessada em fazer negócio com outra levanta diversas informações
Com essa virada de ventos na bolsa, o negócio com a Pepkor vingou: 87% da empresa (a totalidade da parcela do Kinea mais uma parcela de participação dos fundadores) foi adquirida, em 2022, por R$ 1,1 bilhão.
Ainda de acordo com o Ceo, foi injetado um recurso significativo na empresa que ajudou a arrumar as contas da companhia.
Sendo assim, como quem não tem medo nenhum da crise e com uma dívida praticamente zerada, a empresa vê oportunidades no mercado:
“Há muita loja vazia em cidades importantes e oportunidade de compra de mercadoria. Estamos surfando neste momento muito positivamente”
https://youtu.be/n2nGosg6vWA?si=3uecaIHwejpWhCD6