R$15 bilhões na mesa e 15 novas lojas: Rival chega com pés na porta para aniquilar o Max Atacadista em 2024
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Rival do Max Atacadista chegou com os pés na porta para aniquilar rede
Os mercados atacadistas são bastante populares no Brasil e amplamente utilizados por todos.
O Max Atacadista se posiciona entre as redes mais conhecidas, contudo, seu reinado pode estar ameaçado, visto que um novo rival chegou com os pés na porta para aniquilar.
O rival em questão é o Assaí Atacadista que planeja continuar sua expansão em 2024, mesmo com um investimento menor, entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões, prevendo a abertura de cerca de 15 novas lojas.
Além disso, a empresa realizará o pagamento da última parcela da aquisição dos hipermercados, no valor aproximado de R$ 900 milhões em janeiro de 2024, em comparação com os R$ 2,4 bilhões pagos em 2023. A expectativa é que a queda da taxa de juros possa resultar em uma geração de caixa livre superior à de 2023.
No quarto trimestre de 2023, os investimentos em expansão totalizaram R$ 750 milhões, principalmente devido à abertura de 12 novas lojas. Ao longo do ano, os investimentos acumularam R$ 2,5 bilhões, destacando o processo de expansão recente, com a abertura de 27 novas lojas e mais da metade das unidades previstas para 2024 em fase de construção.
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Em relação ao desempenho em 2023, o faturamento do Assaí Atacadista atingiu R$ 72,8 bilhões, um aumento de R$ 13 bilhões e uma alta de 22% em relação ao ano anterior.
Assaí - (Reprodução Internet)
Assaí (Foto: Reprodução / Internet)
Assaí - (Reprodução Internet)
QUAL CONCORRENTE DO MAX ATACADISTA TEVE LOJAS VENDIDAS?
O Maxxi Atacado, concorrente do Max Atacadista, está encerrando suas atividades em todo o Brasil devido à crise financeira que afeta o comércio nacional.
De acordo com informações do terrabrasilnoticias, duas unidades no Rio Grande do Norte, uma em Parnamirim e outra em Mossoró, estão fechando suas portas.
O site relata que os funcionários confirmaram à reportagem que ouviram rumores nos corredores da empresa sobre a possibilidade de o prédio passar por reformas e reabrir com a marca Carrefour, que detém os direitos da marca.