Rombo de R$ 88 milhões e não é só Rojas: Duílio e Augusto se desesperam contra nova debandada no Corinthians

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Augusto Melo, Corinthians e Duílio Monteiro Alves (Reprodução - Internet)

Duílio e Augusto Melo se desesperam com debandada e saída do timão, assim como Rojas

Uma situação, noticiada pelo TV Foco ontem, tem gerado alguns problemas para o Corinthians, Duílio (até dia 1º) e Augusto Melo do dia 2 adiante.

Acontece que Matías Rojas não está satisfeito em não receber o prometido pelo Corinthians com relação aos seus pagamentos.

Segundo informações do ge, Matías Rojas cobra o Corinthians por direitos de imagem atrasados e cogita ir à Fifa para romper unilateralmente o contrato com o clube.

No início deste mês, Rojas notificou o Corinthians sobre os débitos e foi informado que o valor em aberto seria pago em duas parcelas, com a primeira a ser quitada até a semana passada, o que não ocorreu.

Os salários do camisa 10 estão em dia, mas os direitos de imagem correspondem a boa parte da remuneração mensal de Rojas. A falta de pagamento por mais de dois meses abre margem para o pedido de rescisão contratual na Fifa.

Até o momento, o Corinthians arcou com cerca de metade dos valores de direitos de imagem acordados com Rojas. A dívida é de aproximadamente R$ 5 milhões.

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O pior, segundo ainda informações do GE, é que o Corinthians deve outros jogadores, aos quais os nomes não foram revelados, mas que a quantia total que o timão ainda precisa pagar é de R$ 88,2 milhões.

No mês passado, o diretor financeiro do Corinthians, Wesley Melo, admitiu dificuldades para arcar com direitos de imagem, em especial os de atletas que já deixaram o clube:

"É que o cobertor realmente é curto. Eu gostaria de pagar todas as dívidas do Corinthians, desta gestão ou de outra. Mas temos de fazer alguma seleção. Casos como esse, de Ralf, de Jadson, na verdade envolvem negociações. O cara não está no Corinthians, muitas vezes está judicializado, muitas vezes ele quer mais do que a gente entende que tem de pagar, então fica a discussão, um processo de negociação que se alonga"

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