Parece cravo, mas não é: Saiba o que são os filamentos sebáceos e como reduzir

Parece cravo, mas pode ser filamento sebáceo. Entenda o que são esses pontinhos no nariz e veja como reduzir sua aparência na pele

Ilustração antes e depois de mulher com filamentos sebáceos (Foto: Montagem TV Foco / GMN)

Saiba como reduzir os filamentos sebáceos

Aqueles pontinhos esbranquiçados ou amarelados que aparecem principalmente no nariz podem parecer cravos à primeira vista. No entanto, em muitos casos, eles são filamentos sebáceos.

Apesar de serem completamente normais, os filamentos podem ficar mais aparentes quando a pele produz muito sebo.

Desse modo, algumas pessoas procuram maneiras de deixar os poros menos visíveis e controlar a oleosidade.

Nesta matéria, você saberá:

  • O que são os filamentos sebáceos;
  • Como reduzir a aparência dos pontinhos
  • Cuidados para evitar irritações na pele

O que são filamentos sebáceos?

Primeiramente, os filamentos sebáceos são estruturas naturais presentes dentro dos poros. Eles ajudam o sebo a chegar até a superfície.

O problema não está na existência deles, mas no fato de que podem ficar mais visíveis em algumas regiões.

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Eles costumam aparecer principalmente no nariz, queixo e testa, áreas que geralmente concentram uma maior produção de oleosidade.

Filamento sebáceo é cravo?

Embora os dois possam ter uma aparência parecida, filamentos sebáceos e cravos são diferentes.

Os cravos surgem quando o poro acumula sebo e células mortas, formando uma obstrução. Já os filamentos fazem parte da estrutura normal do poro.

Além disso, existe uma diferença visual. Os filamentos costumam aparecer como pequenos pontinhos claros, esbranquiçados ou amarelados, enquanto os cravos podem apresentar uma coloração mais escura.

Ou seja, tentar retirar todos os pontinhos do nariz como se fossem cravos pode não resolver o problema.

Ilustração filamentos sebáceos (Foto: Montagem TV Foco / GMN)

Por que ficam mais aparentes?

A principal razão está relacionada à produção de sebo. Quando a pele produz mais oleosidade, os filamentos podem ficar mais preenchidos e mais visíveis.

Além disso, alguns fatores podem contribuir para o aumento da oleosidade, como:

  • Alterações hormonais
  • Estresse
  • Características individuais da pele
  • Uso de produtos inadequados
  • Limpeza excessiva ou incorreta
  • Falta de hidratação

Como reduzir a aparência?

Embora não seja possível eliminar definitivamente os filamentos sebáceos, alguns cuidados ajudam a controlar a oleosidade e deixar os pontinhos menos aparentes.

A influenciadora Bruna Naomi compartilhou uma rotina de cuidados que pode ajudar nesse processo.

A ideia combina limpeza, um produto com ácido salicílico e hidratação.

  1. Comece pela limpeza da pele

Primeiramente, faça uma limpeza adequada. Uma opção é utilizar um cleansing oil (óleo de limpeza) para ajudar a remover resíduos de protetor solar, maquiagem e outras impurezas.

Em seguida, lave o rosto com um sabonete adequado ao seu tipo de pele.

  1. Use produtos com ácido salicílico

Na sequência, utilize um produto com ácido salicílico, que ajuda a controlar oleosidade e a melhorar a aparência dos poros.

Esse ativo possui ação esfoliante e ajuda a remover células mortas, além de atuar na região dos poros.

No entanto, o ácido salicílico pode irritar algumas peles. Portanto, comece aos poucos e siga as orientações do fabricante ou de um dermatologista.

O produto pode ser aplicado com algodão, fazendo movimentos suaves e circulares no nariz, queixo, testa e outras áreas com maior oleosidade.

  1. Não esqueça da hidratação

Depois da limpeza e do uso do produto, hidrate bem a pele.

Esse passo é importante mesmo para quem possui pele oleosa. Afinal, a hidratação ajuda a preservar a barreira cutânea e evita que a pele fique excessivamente ressecada.

Ilustração mulher aplicando produto no nariz (Foto: Montagem TV Foco / GMN)

Cuidado com o excesso de ácidos

Por fim, apesar de o ácido salicílico poder ajudar no controle da oleosidade, usar muitos produtos com ácidos ao mesmo tempo pode sensibilizar a pele.

Desse modo, não combine diferentes ácidos sem orientação profissional.

Além disso, é importante observar como a pele reage e reduzir a frequência caso apareçam ardência, descamação ou vermelhidão.

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