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SBT é processado em 10 milhões por choro de Maisa Silva e decisão chocante é tomada

Silvio Santos e Maisa Silva em seu programa no SBT (Foto: Reprodução/SBT/Montagem)
Silvio Santos e Maisa Silva em seu programa no SBT (Foto: Reprodução/SBT/Montagem)

O Ministério Público do Trabalho moveu ação contra o SBT por causa de choro de Maisa Silva em gravação com Silvio Santos

O SBT conseguiu vencer na Justiça uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que exigia da empresa de Silvio Santos o pagamento de uma indenização no valor de R$ 10 milhões por causa do choro da apresentadora Maisa Silva durante as gravações de um programa do canal.

De acordo com informações do jornalista Daniel Castro, do site Notícias da TV, a juíza Juliana de Macedo deferiu parecer favorável ao SBT e julgou improcedente a ação do MPT. O órgão público acionou a Justiça contra o canal de Silvio Santos por danos morais coletivos por, segundo o MPT, constrangimento e até agressão física contra três de suas funcionárias: a assistente de palco Milene Regina Uehara, a Milene Pavorô, que se popularizou por sua participação no programa do Ratinho; a jornalista e apresentadora Rachel Sheherazade, além da apresentadora Maisa Silva.

No tocante ao episódio envolvendo Maisa Silva, ainda segundo o Notícias da TV, a ação impetrada pelo Ministério Público do Trabalha usava como base um episódio de junho de 2017 quando, durante gravação ao lado de Silvio Santos, a artista, naquela ocasião com 15 naos de idade, abandonou os estúdio chorando – o motivo não foi revelado e o programa em questão nunca foi ao ar no SBT.

Nesse programa ainda inédito, Silvio Santos tentou promover um reencontro entre Maisa Silva e outro contratado do SBT, Dudu Camargo, sendo que anteriormente o empresário já havia promovido um encontro entre os dois, e culminou na recusa da jovem comunicadora em aceitar namorar com o comandante do Primeiro Impacto.

Em sua ação, o MPT pontuou que Maisa Silva “sofreu grave constrangimento diante da violação de sua privacidade, intimidade e honra, caracterizando lesão aos direitos da personalidade, mediante abuso do poder hierárquico e discriminação do gênero feminino pela forma de tratamento dispensado”.

O procurador do MPT, Gustavo Accioly, ressaltou que “os atos praticados por esses apresentadores (Silvio Santos e Carlos Massa, o Ratinho) têm projeção difusa, que influenciam não apenas o conjunto de trabalhadores como também toda a sociedade com o mau exemplo e o grave constrangimento provocado”.

Ao negar o processo movido pelo MPT, a juíza baseou-se, entre outros, nos depoimentos das contratadas do SBT: Mileve Pavorô alegou que o chute de Ratinho não a atingiu e que fingiu ter chorado; já Maisa Silva disse lamentar que as pessoas não tenham compreendido seu direito de não participar de uma “brincadeira” e que ela não aceitaria ser induzida por Silvio Santos a determinadas situações “em nome do entretenimento”.

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