Sem contrato com a Globo, Carolina Ferraz fala sobre sua principal função fora da TV

[caption id="attachment_514599" align="aligncenter" width="650"] Carolina Ferraz (Foto: Divulgação)[/caption] A atriz Carolina Ferraz, que foi dispensada pela Globo após 29 anos como contratada fixa, revelou o que pra ela é sua função essencial na sociedade. A artista é uma voz atuante contra…

18/08/2017 20:10

2 min

Carolina Ferraz em entrevista a Danilo Gentili no The Noite. (Foto: Gabriel Cardoso/SBT)
Carolina Ferraz em entrevista a Danilo Gentili no The Noite. (Fo...
Continua depois da publicidade
Blog post image

Carolina Ferraz (Foto: Divulgação)

Continua depois da publicidade

A atriz Carolina Ferraz, que foi dispensada pela Globo após 29 anos como contratada fixa, revelou o que pra ela é sua função essencial na sociedade.

A artista é uma voz atuante contra a AIDS no Brasil. Ela já fez campanhas do governo, além de participar de vários grupos e fundações internacionais de incentivo a estudos.

Continua depois da publicidade

+Carolina Ferraz sobre papel fora da TV após ser dispensada da Globo: “Disseram que ia acabar com minha carreira”

Mas, pouca gente sabe que toda essa atuação teve início após ela perder seu irmão para a doença, em 1994. “Pouco se sabia sobre a doença na época”, recordou a atriz. “Meu irmão sobreviveu por 7 anos em boas condições, ativo e tocando a vida. Acho que um dia se cansou de lutar e se entregou. Foi muito triste ver alguém que eu amava tanto se desintegrar na minha frente”, contou ao UOL.

Continua depois da publicidade

A experiência ao lado do irmão foi um divisor de águas em sua vida: “Fiquei mais complacente com o próximo. A maior lição que uma família que convive com essa doença aprende é, sem dúvida, a solidariedade”.

Leia também

Além de lutar contra a doença, a família teve que passar por cima do preconceito. “Nós tínhamos dinheiro e podíamos acompanhar a evolução das drogas para tratar a doença. Mas ainda assim, vivíamos um segredo. Era quase proibido falar abertamente sobre nosso convívio com uma pessoa soropositiva. Vi de perto a exclusão e o preconceito. Vi também muitos doentes serem abandonados por todos, sem nenhum apoio emocional. Essa, para mim, foi a pior parte”, contou.

Continua depois da publicidade

 

Continua depois da publicidade

Quer receber avisos de notícias no seu dispositivo? Ative as notificações do TV Foco.

Continua depois da publicidade

Autor(a):