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Simplesmente, a série – 3° episódio

EBA, CONSEGUI POSTAR O EPISÓDIO.

Anteriormente:
Eu sempre tive relacionamentos difíceis, nunca dei certo no amor.

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Início do Capítulo 3:

Capítulo três
NÃO É O PAPAI!

Falta do que fazer, eu estava em casa lendo um livro de romance: QUEM NÃO CHORA, NÃO MAMA.    – Quando amamos, não existe pensar, refleitir. Na verdade não existe porra nenhuma. Apenas entregar-se…
– Ainda está lendo este romance? – falou Ananda apontando para o livro que eu lia em voz alta no terraço de casa.
– Estou sim – falei fechando o livro – Preciso estar inspirado para por o nosso plano em prática.
– Hummm… Vim te chamar para irmos no cinema.
– Ver um filme? – perguntei.
– Não. Comprar remédio.
Senti uma mão tocar meu ombro e uma voz feminina falar:
– Pelo visto você é rápido. Já está com outra – era Alicia (uma garota que fiquei há duas semanas e nunca mais havia dado sinal de vida) que estava em pé atrás de mim. Ela puxou uma cadeira ficando no meio de nós e falou – Não vai me apresentar?
– Me chamo Ananda, tem algum problema? – disse Ananda mostrando calma.
– Está louca Alicia? – falei – semana passada nós tivemos apenas uma breve ficada.
– Ficada? Você falou que me amava…
– Tudo caô pra pegar mulher. Todo homem tem isso – falei .
– Está me chamando de fácil?
– Ele não disse isso – falou Ananda.
– Eu não falei isso – falei – Mas já que tocou no assunto, pior que você é fácil mesmo. Uma mulher miojo, dois minutos de conversa e está no papo. Quer saber? Preferia não ter ido à moita com você!
– Claro – falou Alicia – preferia ir com esta vagabunda!
– Vagabunda não! – falou Ananda pondo-se de pé e alterando a voz.
Todos observavam a situação.
– Deixe de ser imbecil Alicia, Ananda é apenas uma amiga que gosto muito. Além do mais, se ela fosse namorada, ficante ou coisa parecida você não teria nada a ver com isso. Não temos nenhum vínculo amoroso. Entendeu?
– Entendi sim. Pode ficar tranqüilo, estou indo embora– falou por fim – mas quero que você saiba de uma coisa…
– O que?
– A minha menstruação atrasou.
– O quê? – falei desesperado.
– Não se espante ainda, não fiz teste nenhum. Ainda nada é comprovado – falou-me saindo da lanchonete, sendo observada por todos.
Olhei a multidão ao meu redor, todos ouviram, deveria improvisar para que meus pais soubessem o mais tarde o possível.
– Esta garota é louca – menti, se bem que é meia-verdade – Eu não engravidei ninguém não. Nunca transamos…
Todos foram se sentando pouco a pouco. Por fim eu sentei tenteando parecer tranqüilo. Ananda me trouxe um copo de água, estava mesmo precisando.

Fiquei com medo de que o boato se espalhasse até meus pais ou os pais de Alicia, ela estava louca, eu estava seguro de que não havia engravidado ninguém.

No dia seguinte, estava conversando com Ananda na lanchonete.
– Que tal Carlos? – disse ela referindo-se ao nome de meu possível filho.
– Eu não engravidei ninguém…
– Como você pode ter tanta certeza?
– Usei camisinha.
– Camisinhas furam, estouram…
– A minha não estava furada.
– Está me dizendo que depois do ato você realizou uma inspeção prévia na camisinha?
– A camisinha estava em perfeito estado.
– E se os músculos dela forem fortes demais a ponto de ter prendido a camisi…
– Eu não engravidei ninguém.
– Acho que Fernanda seria um ótimo nome.
– EU NÃO ENGRAVIDEI NINGUÉM – gritei.
Ananda falou com uma voz bem fininha:
– Também acho que Fernanda não seria um nome bem legal.

Em todos os pesadelos que tive naquela noite milhares de crianças parecendo zumbis anãos vinham em minha direção com mãos estendidas e falando “papai”. As crianças estavam por todas as partes, em cima de prédios, vindas de helicópteros, trepadas nas mangueiras. Eu estava ciente que não havia engravidado Alicia e sabia muito bem que ela nem sabia se estava ou não grávida, pois ainda não havia feito o teste. Assim que amanheceu fui na farmácia:
– Quero doze testes de gravidez – disse ao farmacêutico.
– Doze?
– Sim, quero a décima segunda opinião.
Em seguida bati na porta da casa de Alicia, seus pais deveriam estar trabalhando.
-O que você quer? – falou ela assim que abriu a porta.
– Preciso de urina sua.
– Não acredito que você está naquela seita que bebe urina – me perguntou.
Lola, a empregada, que ouvia tudo falou:
– Se vocês mijarem um no outro eu peço demissão.
– Lola, pode sair– falou Alicia à empregada.
– Filho de rico tem cada uma – disse Lola resmungando enquanto saía.
– Para quê você quer minha urina? – perguntou Alicia assim que Lola saiu.
– Testes de gravidez. Comprei doze!
– Doze? Tá pensando que vou parir feito uma cachorra?
– Não – expliquei – quero a décima segunda opinião.
-Eu não sei nem se conseguirei expelir este mijo todo.
– Sem problemas, ligue a torneira e faça força ouvindo o barulhinho de água caindo na pia.
– Sinto muito mas me negarei a fazer o que você pediu.
– Por quê? –perguntei assustado.
– Acabei de menstruar…
– Vaca!

Fim do “capítulo três”.

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PROMOÇÃO “EU TAMBÉM ME LASCO!”

O personagem Juan vive metido em confusões, na história de hoje, por exemplo, ele foi apontando como pai de uma criança que nem existia.Como toda história daqui é baseada em fatos reais nos conte alguma história tão absurda e engraçada como as que Juan protagoniza. AS MELHORES SERÃO POSTADAS NO TVFOCO!!!

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Próximo Sábado, oito da noite, Juan e Ananda discutem a autenticidade de loiras e o plano cupido da Irmã e o Cearense entra em ação. Aguardo-te.

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Sobre o autor

Redação TV Foco