Soda cáustica em suco e refrigerante: A proibição da ANVISA contra duas marcas amadas e situação HOJE (18)
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a proibição da Anvisa contra duas marcas amadas e situação atualmente
Primeiramente, para quem não sabe, a Anvisa se trata de uma agência reguladora, sob a forma de autarquia de regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde.
Dessa forma, vocês irão saber agora detalhes sobre a proibição da Anvisa contra duas marcas amadas, com direito a soda cáustica em suco e refrigerante e a situação delas hoje. Vamos conferir?
Bom, de acordo com informações da Veja, em nota divulgada em 22 de março do ano de 2013, a Vigilância Sanitária Estadual de Minas Gerais divulgou um laudo sobre o lote da bebida à base de soja da marca Ades contaminado.
O que aconteceu com a marca Ades?
Segundo o resultado que foi divulgado, no lugar de suco de maçã, 96 unidades foram envasadas com soda cáustica (hidróxido de sódio 2,5%) e água.
O motivo? De acordo com a fonte, o fato ocorreu, na época, em razão de falhas mecânica e humana na unidade da fabricante Unilever de Pouso Alegre (MG).
Bom, quanto o fato ocorreu, a vistoria foi feita na fábrica em Pouso Alegre por funcionários da Vigilância Sanitária Estadual e Municipal, Anvisa.
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Sendo assim, como resultado, a fabricação, distribuição, venda e consumo de todos os lotes dos produtos com soja da marca Ades, de diferentes sabores, versões e tamanhos foram proibidas.
Segundo a Unilever, na época, os consumidores afetados tiveram problemas como queimaduras na mucosa, enjoo e náusea. Contudo, todos receberam atendimento médico, sem que houvesse a necessidade de internação.
Sobre sua situação hoje, como foi dito, tal fato ocorreu no ano de 2013, e não foi de forma geral, mas sim, em lote específico. Dessa forma, o caso foi resolvido e atualmente a marca segue operando normalmente no mercado.
Caixas do suco Ades
Caixas do suco Ades – Reprodução Veja
Já de acordo com informações do G1, o portal de notícias da Globo,em nota divulgada em 06/02/2023, ficou determinado que um casal seria indenizado por danos morais, no total de R$ 8 mil, por ter ingerido parte de um refrigerante contaminado com soda cáustica em Divinópolis.
A decisão foi dada 16 anos após o ocorrido pela 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Dessa forma, a empresa em questão se tratava da Cola-Cola recebeu um posicionamento da empresa que disse que não comenta ações judiciais em andamento e reforçou que possui rigoroso controles de qualidade e segurança, que garantem que os produtos saiam das fábricas em perfeitas condições de consumo.
Segundo o processo, que ocorreu em 2006, o casal foi a uma padaria do Bairro Bom Pastor para lanchar e no local, ambos compraram o refrigerante Kuat de 200 ml.
Dessa forma, ao ingerir a bebida, a mulher sentiu queimação e falta de ar. O namorado dela também provou da bebida, em menor quantidade, e relatou que sentiu queimação.
Foi então que um laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil constatou a presença de soda cáustica no líquido enviado para exame.
Segundo o relator do processo, desembargador José Augusto Lourenço dos Santos, ficou “comprovado nos autos que o produto fabricado pela apelante foi colocado no mercado de consumo sem qualidade de segurança à saúde, pois continha substância com potencialidade corrosiva de tecidos humanos”.
Por fim, após o caso, a empresa foi condenada a indenizar em R$ 5 mil a mulher e em R$ 3 mil o homem por danos morais. O g1 questionou o TJMG se os valores já foram pagos ao casal, mas não obteve retorno. Sobre a marca atualmente, como todos sabem, ela continua operando normalmente no mercado.
Imagem ilustrativa mostra copos com refrigerante – Foto G1