Tchau, Real: Nova moeda entra em vigor a milhares de brasileiros e Banco Central está ciente
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Atropelando outros governos, cidade mineira adotou a própria moeda e segue novas estratégia para movimentar dinheiro; BC aprovou mudança, mas também tem planos em andamento
Em 1994, o Real substituiu oficialmente o Cruzeiro no Brasil. Esse, claro, foi um importante passo para a economia nacional, que segue com as cédulas até hoje.
Mas, em abril deste ano, um município lançou outro meio de circulação entre os moradores locais e adotou novas mudanças, recebendo a aprovação do Banco Central, que tem como função administrar as funções bancárias no país.
Segundo a Valor Econômico, o Resplendor, no Vale do Rio Doce, do Leste de Minas Gerais, foi o primeiro a criar sua própria moeda: a Ubérrima. Ela já está em circulação e funciona exclusivamente entre os residentes cidade.
Afinal, para que servem as Ubérrimas?
Essa moeda, na verdade, é complementar ao Real e vem sendo fiscalizada pelo Conselho Monetário Municipal. Para cada unidade da nova moeda, a prefeitura guarda o valor correspondente no modelo já tradicional em um fundo público.
De acordo com a publicação, há cerca de 70 mil cédulas de Ubérrimas impressas nas notas de 1, 2, 5, 10 e 20, valendo a mesma coisa. O câmbio é realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico ou em um dos comércios conveniados pela prefeitura.
Com isso, os órgãos públicos envolvidos anunciaram que a iniciativa faz parte de um plano de mecanismos para reter a riqueza do município, aumentando as transações comerciais no território. Agora, a circulação deve ganhar ainda mais força entre os cidadãos mineiros.
Leia também
“Foi desenvolvida com objetivo de fortalecer a economia local, fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Resplendor e o Sebrae. Esta cédula possui validade apenas no território da cidade”, explicou um dos representantes.
Conclusão
Contudo, no restante do Brasil, existem projetos para implantar o Drex, a moeda digital guardada exclusivamente em uma carteira no celular. Com mais de 200 milhões de transações via PIX que vêm sendo feitas diariamente, a ideia do Banco Central é criar uma plataforma nacional online.