Obsessão das manicures: Técnica de remoção de cutícula faz as unhas durarem mais

Veja técnica de remoção de cutícula que faz as unhas durarem muito mais (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva/Freepik)
Unhas perfeitas por semanas? Conheça a técnica ucraniana, feita completamente a seco, que virou a nova obsessão das manicures nos salões
Passar horas no salão de beleza e, poucos dias depois, ver o esmalte começar a descascar ou a pontinha da unha lascar é uma das experiências mais frustrantes para quem gosta de manter as mãos feitas, não é mesmo? Logo, a busca por uma esmaltação e até mesmo a remoção de cutícula que resista à rotina por muito mais tempo, trouxe uma novidade que virou febre entre as apaixonadas pelo universo das unhas.

Neste cenário, uma nova obsessão virou febre entre milhares de manicures e atende pelo nome de técnica ucraniana (ou manicure a seco).
O método, que dispensa o uso de água e cremes amolecedores, foca em uma limpeza profunda e ultraprecisa da cutícula.
O resultado visual impressiona e, como o esmalte é aplicado perfeitamente na raiz, o crescimento natural da unha demora semanas para aparecer, estendendo a vida útil do visual.
Como é a técnica?
Diferente do procedimento convencional que a maioria das brasileiras conhece, a técnica ucraniana/russa inverte totalmente a ordem e os materiais de preparação.
O uso de bacias com água morna, algodões molhados e cremes para amolecer a pele é completamente descartado.
Todo o trabalho é feito a seco, utilizando brocas específicas de alta precisão (com o auxílio de um motor elétrico) e tesouras de ponta curva milimétrica.
Veja as principais diferenças na preparação:
O segredo da durabilidade reside justamente na ausência de umidade: sem a água, a unha não expande e a pele ao redor não infla.
Isso elimina o risco de o esmalte encolher ou descascar precocemente quando a lâmina voltar ao seu tamanho normal.

MAS ATENÇÃO!
Embora o acabamento perfeito e a alta durabilidade sejam tentadores, a manicure a seco exige cautela. O uso de brocas elétricas e ferramentas de corte muito rentes à pele exige treinamento específico e esterilização rigorosa dos materiais.
Dermatologistas e especialistas em beleza alertam que, se a técnica for executada por mãos inexperientes, há um risco severo de ferimentos, infecções bacterianas ou danos permanentes à matriz ungueal, a região responsável pelo nascimento e crescimento saudável da unha.
Portanto, certifique-se de realizar o procedimento com profissionais certificados.
Mas, como fazer a esmaltação durar mais de forma caseira?
Porém, independentemente da técnica escolhida no salão, a manutenção doméstica e os cuidados diários são fundamentais para que o produto resista aos impactos do dia a dia.
Algumas regras simples funcionam como uma verdadeira blindagem:
- Fuja de camadas grossas: Aplicar o esmalte em camadas muito espessas é o caminho mais rápido para o surgimento de bolhas e descamação precoce. Prefira sempre camadas finas e bem distribuídas;
- Aposte no Top Coat: Os finalizadores de tecnologia top coat criam uma película protetora de alto brilho, protegendo a cor contra o atrito e pequenos impactos diários;
- Use luvas de proteção: O contato constante com a água e com os agentes químicos de produtos de limpeza (como detergentes e desinfetantes) é o maior inimigo das unhas. Usar luvas de borracha nas tarefas domésticas dobra a vida útil da esmaltação;
- Fortalecimento de base: Manter a estrutura forte evita quebras. Bases ricas em queratina, cálcio ou vitamina E ajudam a manter as lâminas firmes.
Por fim, os médicos trazem um lembrete importante para a saúde do corpo: essa alta durabilidade não deve ser sinônimo de descuido.
Sendo assim, evite deixar o mesmo esmalte nas unhas por períodos excessivamente longos e sem a manutenção correta.
Isso pode sufocar e enfraquecer a queratina natural, tornando as lâminas quebradiças, opacas e propensas ao surgimento de fungos.
O recomendado é respeitar pausas estratégicas de pelo menos dois a três dias entre as esmaltações. Para saber mais informações sobre técnicas de beleza, clique aqui*.
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