FIM DA LINHA? Terceira maior cervejaria do Brasil pede arrego e declara triste falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Passando por forte crise, uma das maiores cervejarias do país, pede arrego e declara triste falência
Sabemos que com a atual situação econômica e financeira do país, muitas grandes empresas estão enfrentando fortes crises. E uma notícia que tem repercutido bastante, é sobre a terceira maior cervejaria do Brasil, que pediu arrego e declara triste falência.
Estamos falando da Cervejaria Petrópolis, que é a terceira maior do Brasil, e inclusive é dona da Itaipava, Crystal e Petra. A empresa pediu recuperação judicial com dívida de R$ 4 bilhões.
Vale que falar que há alguns dias, 5ª Vara Empresarial da Justiça do Rio de Janeiro deu ao grupo uma tutela cautelar de urgência que determinou a liberação dos recursos da companhia pelo Banco Santander, Fundo Siena, Daycoval, BMG e Sofisa.
O que disse a Cervejaria Petrópolis?
Segundo as informações apuradas, esse montante somava algo em torno de R$ 383 milhões, sendo a R$ 215,77 milhões no banco Santander.
Em nota enviada a Justiça, a Cervejaria Petrópolis então falou sobre o vencimento de uma parcela de R$ 105 milhões de uma operação financeira;
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Tal operação, vale dizer, poderia acarretar o vencimento antecipado de toda a dívida, comprometendo o caixa e as operações do grupo de forma instantânea.
“Este pedido de recuperação judicial está sendo ajuizado em regime de urgência, para evitar os gravosos e nefastos efeitos que o vencimento de parcela “bullet”, no valor de R$ 105 milhões, decorrente da operação em anexo”, disse.
“Essa parcela vence hoje, dia 27.03.2023, e seu inadimplemento provocará o vencimento antecipado das demais operações existentes com a casa bancária, resultando na pronta liquidação dos recursos travados na conta vinculada e tentativa de apropriação dos recebíveis do Grupo Petrópolis que ira o ingressar na referida conta nas próximas semanas”, escreveram os advogados da companhia na petição apresentada à Justiça do Rio.
Vale dizer ainda que, conforme a empresa, o aumento dos juros básicos da economia vem gerando um impacto de aproximadamente R$ 395 milhões por ano no fluxo de caixa do grupo.