TV aberta vê ‘ao vivo’ como salvação de audiência

[caption id="attachment_270511" align="aligncenter" width="474"] “Caldeirão do Huck” vai ser ao vivo durante Copa do Mundo[/caption] Cada vez mais perdendo público para a TV a cabo e para os serviços de conteúdo sob demanda, as emissoras abertas correm para garantir público no “ao vivo”.…

(Imagem de reprodução da internet).
“Caldeirão do Huck” vai ser ao vivo durante Copa do Mundo

Cada vez mais perdendo público para a TV a cabo e para os serviços de conteúdo sob demanda, as emissoras abertas correm para garantir público no “ao vivo”. Investir cada vez mais em grandes transmissões em tempo real e em programas ao vivo estão entre as metas de Carlos Henrique Schroder, diretor-geral da Globo.

Na visão da Globo, as transmissões ao vivo são o futuro da TV aberta, pois esse será o diferencial, uma vez que público se volta para o consumo de conteúdo gravado ou sob demanda. Atualmente, a Globo fica cerca de 60 horas por semana ao vivo no ar e quer mais. Os primeiros passos foram dados na faixa matinal, em que nada mais é gravado.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, programas como “Esquenta” e “Caldeirão do Huck” serão ao vivo durante a Copa do Mundo. Isso servirá como uma espécie de teste para uma transição definitiva mais adiante.

Atualmente, a rede que mais exibe conteúdo ao vivo é a Record: cerca de 90 horas por semana. A Band também vem crescendo o seu número de horas ao vivo, com cerca de 50 horas semanais. Já o canal que mais exibe programação gravada é o SBT. A rede tem apenas 35 horas semanais ao vivo.

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