Terror com demissões e dívidas com 2 mil empresas: Varejista apela pra não ser despejada igual a Americanas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma grande varejista está buscando formas para fugir da crise e não se afundar como as Americanas
Uma grande rede no Brasil, especialista em café e alimentação, famosa por ter milhares de clientes, tem vivido situações tensas e uma crise imensa, agora, a varejista não quer se afundar, como aconteceu com as Americanas.
Essa varejista é extremamente famosa, mas uma crise instaurada repentinamente fez com que ela iniciasse um processo difícil contra o fundo do poço, onde atualmente as Americanas se encontram, por exemplo.
Para contextualizar, vamos começar falando das Americanas, que desde que descobriu o rombo bilionário no início do ano, tem passado por momentos de despejo e demissões.
Segundo informações do Giro News, a varejista Americanas fechou 95 lojas desde janeiro, início da recuperação judicial, até 17 de setembro.
Segundo informações do relatório de atividades mensais da companhia, a rede foi despejada de dois shoppings: o Plaza Sul, administrado pela Allos na capital de São Paulo, e o Nova Cidade, localizado em Vitória, capital do Espírito Santo. Atualmente, são 16 ações de despejo em andamento por falta de pagamento e 1.785 pontos de venda em funcionamento.
De acordo com o relatório, o número de funcionários demitidos nas últimas semanas, entre 21 de agosto e 17 de setembro, foi de 1.131, desse total, 639 foram pedidos de demissão. A rede ainda conta com 34.369 funcionários.
Leia também
O QUE ACONTECEU COM A STARBUCKS?
Na última quinta-feira, o Tribunal de Justiça de São Paulo, suspendeu a execução de todas as ordens de despejo contra a Starbucks no país. A decisão atende a um pedido da SouthRock, empresa que opera, além das cafeterias, as redes Subway e Eataly no Brasil.
A polêmica envolvendo a Starbucks começou em outubro, quando a operadora da rede entrou com um pedido de recuperação judicial devido a uma série de problemas financeiros.
O caso motivou quase 30 pedidos de despejo contra a empresa por falta de pagamento de aluguéis.
Starbucks (Foto Reprodução/Internet)
Starbucks (Foto Reprodução/Internet)
Starbucks está na mira do BK no Brasil (Foto Reprodução/Internet)
Um dos pedidos de despejo é da Fundação Cásper Líbero, em São Paulo (SP), onde a controladora da Starbucks ocupa cinco andares e uma cafeteria. Nesse caso, a dívida atualizada por falta de pagamento de aluguéis chega a R$ 3,3 milhões, de acordo com a Seu Crédito Digital.
A SouthRock protocolou o pedido de recuperação judicial em 31 de outubro, mas a solicitação ainda não foi analisada em primeira instância. O documento aponta que as redes geridas pela empresa têm um total de R$ 1,8 bilhão em dívidas com 2.357 credores.