MARTELO BATIDO!

Martelo batido: Veredito de Alexandre de Moraes é antecipado do STF e atinge os pagamentos do INSS em MAIO

23/05/2024 às 18h50

Por: Kelves Araújo
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Veredito de Alexandre de Moraes atinge os pagamentos do INSS em MAIO - Foto: Internet

A decisão de Alexandre de Moraes foi antecipada para atingir em cheio milhões no INSS

Para quem não sabe, o Supremo Tribunal Federal (STF), está no meio de uma discussão crucial envolvendo à desoneração da folha de pagamento de 17 setores que mais empregam no País. Vale dizer que, a situação atinge em cheio os pagamentos de milhões no INSS.

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O benefício substitui a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha por alíquotas de 1% a 4,5% da receita bruta da empresa e tem causado um intenso debate pelo impacto tanto nas empresas beneficiadas quanto nas contas do governo federal.

Há poucos dias, o ministro Cristiano Zanin atendeu um pedido do governo onde suspendeu a prorrogação da desoneração, decisão essa que foi levada ao plenário virtual da Corte em seguida.

Novo decreto de Zanin no STF atinge em cheio o pagamento de 8 milhões de brasileiros no INSS - Foto: Montagem
Novo decreto de Zanin no STF atinge em cheio o pagamento de 8 milhões de brasileiros no INSS – Foto: Montagem

É importante dizer que quatro ministros já haviam votado para confirmar a decisão de Zanin, com o placar de cinco votos a zero, antes de o ministro Luiz Fux pedir mais prazo para a análise do tema. Mas, a decisão em caráter de liminar proferida por Zanin continua valendo.

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Todavia, banqueiros e empresários já deram o veredito final de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, segundo o portal Veja Negócios. A fonte destaca que, pelo histórico de suas decisões relacionadas à economia, muitos acreditam que ambos serão a favor do governo, o que garante a maioria entre os 11 integrantes da Corte.

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Sendo visto como um grande conhecedor do mercado empresarial, a decisão de Zanin em suspender a validade de trechos da lei 14.784 de 2023, que prorrogou a desoneração da folha de pagamento de municípios e de setores produtivos até 2027, deve ser levada em consideração pelos demais ministros do Supremo.

Banqueiros e empresários já contabilizam os votos dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, por conta das decisões dos mesmos em relação à economia, garantindo assim a maioria entre os 11 integrantes da Corte.

Alexandre de Moraes suspendeu a decisão do TRT-3 (Reprodução: Nelson Jr./SCO/STF)
Ministro do STF, Alexandre de Moraes (Foto Reprodução: Nelson Jr./SCO/STF)

Ambos os lados sabem que a suspensão da desoneração da folha de pagamentos traz preocupações, principalmente no impacto das contas públicas. A medida pode comprometer ainda mais o governo em cumprir suas metas fiscais, especialmente em um contexto de necessidade de ajuste das contas públicas.

Assim, as empresas têm ameaçado com uma onda de demissões caso o benefício que atinge milhões de trabalhadores no INSS não seja mantido, é legítima e faz parte do jogo.

ENTENDA A SITUAÇÃO

Se a desoneração da folha de pagamentos acabar, isso afeta diretamente as empresas que, por sua vez, precisarão pagar mais impostos ao poder público e possuem cerca de 8,9 milhões de pessoas.

IMPORTANTE: A tramitação que segue em análise não afeta o pagamento dos aposentados do INSS e muito menos os trabalhadores. Todavia, ela pode diminuir a oferta emprego das empresas apenas pelo motivo citado acima, maior pagamento de impostos.

Notas do real (Foto: Divulgação)
Notas do R$ 100 e R$ 50 (Foto: Divulgação)

O que é desoneração da folha de pagamento?

As empresas necessitam pagar a contribuição com a previdência social, popularmente conhecida como INSS patronal. Assim, uma empresa precisa pagar o equivalente a 20% de sua folha de pagamento para financiar a previdência.

Todavia, a desoneração da folha de pagamento vem para ‘dar um gás’ na economia por medidas que baixam a carga tributária de alguns setores econômicos. Em tese, a medida garantiu a possibilidade de optar por pagar os tributos previdenciários segundo a receita bruta da empresa, com alíquotas que variam de 1% a 4,5% dependendo da atividade econômica desenvolvida.

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Autor(a):

Eu sou Kelves Araújo, graduando em Engenharia de Produção Civil pelo IFCE. Apaixonado pelos bastidores da TV, gosto de acompanhar a vida dos famosos e escrever a respeito. Atuo na área desde o ano de 2019, e exerço meu trabalho com muito entusiasmo por gostar do que faço. Minhas redes sociais são: e-mail: kelvis.oliveira@otvfoco.com.br

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