Walcyr Carrasco se torna curinga da Globo
[caption id="attachment_416678" align="aligncenter" width="620"] Walcyr Carrasco no lançamento da novela “Êta Mundo Bom”, em janeiro (Foto: Globo/Paulo Belote)[/caption] Autor versátil, Walcyr Carrasco se tornou um verdadeiro curinga da dramaturgia da Globo, acumulando os maiores sucessos de diversas faixas nos últimos…
Autor versátil, Walcyr Carrasco se tornou um verdadeiro curinga da dramaturgia da Globo, acumulando os maiores sucessos de diversas faixas nos últimos anos, e mostrando que é capaz de reerguer baixas audiências em horários distintos.
Com passagem por todas as faixas de novelas da Globo – com exceção de “Malhação” -, Carrasco aumenta os índices de audiência por onde passa. Em 2009, com “Caras & Bocas”, o autor reergueu os números da faixa das 19h após a queda com “Três Irmãs”. Pegou o horário com 25 pontos e entregou com 41. Aliás, “Caras & Bocas” foi a última trama das sete a chegar na casa dos 40 pontos.
Às 21h, Walcyr assinou “Amor à Vida”, em 2013, e novamente levantou a audiência. O folhetim marcado pelo vilão Félix (Mateus Solano) – que conquistou o público -, teve média geral de 36 pontos, elevando os índices em dois pontos em relação a antecessora, “Salve Jorge”. A trama ainda foi a última que chegou mais perto da marca dos 50 pontos.
No horário das onze, Carrasco escreveu as duas novelas de maior audiência: o remake de “Gabriela” (2012), e no ano passado, a inédita “Verdades Secretas”, que chegou a ter índice maior que a novela das nove no último capítulo – que terminou à 1h da madrugada.
“Reinado” às 18h
Além disso, o escritor fez (e faz) enorme sucesso na faixa das seis, onde começou – e está atualmente. Com tramas leves e ingênuas, emplacou dois fenômenos do horário: “Chocolate com Pimenta”, e “Alma Gêmea”, que chegou a superar a novela das nove da época. Agora, com “Êta Mundo Bom”, não é diferente.
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Deixando trabalhos de sucesso por diversos horários, Carrasco se mostrou um autor versátil, capaz de escrever histórias dirigidas a públicos distintos. Um verdadeiro curinga, que a Globo pode chamar para reerguer sua principal faixa de dramaturgia, às 21h.