2 toneladas de peixe no lixo, chocolate com vidro e arroz com fezes: Anvisa crava 3 proibições por nojeira
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Nos últimos anos, Anvisa fez determinações contra grandes marcas
Nesta sexta-feira, 15, iremos relembrar três proibições da Anvisa com marcas conhecidas e queridas entre o público.
Os recolhimentos ocorreram por conta de alguns lotes não irem de acordo com as normas da vigilância.
Primeiramente, iremos começar com o caso envolvendo uma marca de arroz conhecida.
A determinação da Anvisa ocorreu no dia 2 de janeiro de 2017 e envolveu a marca de arroz Favorito.
Na época, as análises realizadas em laboratório indicaram altos números de pelo de roedor, larvas e pedaços de insetos.
De acordo com a Veja, a análise ocorreu no lote 00204 do produto com validade de até 25 de fevereiro de 2017.
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Por conta dos altos números de pelo de roedor, larvas e pedaços de insetos, a Anvisa determinou o recolhimento do lote de arroz Favorito.
A agência analisa que os elementos encontrados nas análises oferecem risco à saúde humana.
A empresa responsável pela distribuição, a Total Cesta Básica de Alimentos Ltda., com sede em Contagem, Minas Gerais, precisou recolher o lote de todos os mercados.
No entanto, vale lembrar que a medida ocorreu apenas no lote citado. Os demais produtos seguem no mercado com a aprovação da Anvisa.
Marca de arroz Favorito (Foto: Reprodução/ Internet)
OUTRAS PROIBIÇÕES
Já a segunda proibição ocorreu no dia 25 de janeiro do ano passado, a Vigilância Sanitária, que trabalha juntamente com a Anvisa para fiscalizar suas normas, apreendeu 2 toneladas de alimentos.
A apreensão ocorreu em frutos do mar, pescados e algumas iguarias como taruga no Ferro-Ligas.
De acordo com informações da Prefeitura de Corumbá, a carga estava no bagageiro de um ônibus que saiu de São Paulo com destino para a Bolívia.
Beatriz Assad, Secretária de Saúde de Corumbá, ressaltou a importância da apreensão devido aos consumidores.
“Essa é uma das atividades desenvolvidas pela Vigilância Sanitária. O nosso objetivo é proteger a saúde do consumidor, assegurando que os estabelecimentos atendam as normas estabelecidas pelo órgão fiscalizador. E estamos a disposição para receber denúncias que vão ser tratadas com sigilo”, disse Beatriz.
Além disso, a Polícia Militar Ambiental e o Ibama também foram acionados, devido aos animais exóticos.
Os alimentos deveriam ser transportados a menos de 8º, refrigerados, com certificado da autoridade sanitária, mas as cargas estavam sem registro.
Desse modo, os alimentos poderiam causar sérios riscos a saúde para os consumidores.
Toneladas de alimentos (Foto: Reprodução / Prefeitura de Corumbá)
CHOCOLATE COM VIRDRO
Por fim, no dia 18 de outubro do ano passado, a Anvisa determinou o recolhimento e proibição da venda de dois lotes de chocolates da marca Garoto.
De acordo com o portal UOL, a proibição ocorreu devido a suspeita de vidro presente nos chocolates após um equipamento da fábrica quebrar.
Na época, a Garoto afirmou que a maioria dos lotes afetados não havia sido comercializado. Porém, alguns foram distribuídos em Vila Velha e no estado de Santa Catarina.
Preocupada com o consumidor, a própria Garoto chamou a Anvisa para relatar o acontecimento.
Os lotes afetados são:
- Lote 225212941G: chocolate ao leite com Castanhas de Caju, marca Garoto, tablete 80g, validade 09/09/2023;
- Lote 225312941G: chocolate ao leite com Castanhas de Caju e Uvas Passas, marca Garoto, tablete 80g, validade 09/09/2023.
“A suspeita da presença de pequenos fragmentos de vidro provém da quebra de um sensor na linha de fabricação, que pode ter tido algum contato com os referidos lotes. A empresa reforça que a qualidade e segurança de seus produtos são prioridades inegociáveis, e que adota rígidos padrões e controles em todas as etapas do processo produtivo e de distribuição”, disse a Garoto em nota na época.
Lotes de chocolates da Garoto (Foto: Reprodução / Internet)
QUAL É O PAPEL DA ANVISA?
A Anvisa determina normas e regulamentos para dar suporte para todas as atividades no país. A agência garante atividades de controle sanitário e fiscalização em portos, aeroportos, fronteiras e produtos, de acordo com o site oficial do Governo Federal.