Virada do 14º salário e decisão de Lula: Nova lei é anunciada pra liberar o pagamento mais aguardado da década
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Saiba todos os detalhes sobre a lei anunciada para liberar um pagamento considerado como 14º salário
Sem dúvidas, um dos assuntos mais comentados do ano de 2023, foi o tão esperado pagamento do 14º salário, que acabou não acontecendo.
Dito isso, com direito a nada mais, nada menos que uma verdadeira virada do 14º salário e decisão de Lula, vocês irão saber agora tudo sobre a nova lei é anunciada para liberar o pagamento mais aguardado da década. Vamos conferir?
As informações são do portal Tribuna Online e de acordo com o que foi divulgado pela fonte, os trabalhadores domésticos podem passar a ter direito ao abono do Programa de Integração Social (PIS), que na prática, a medida funciona como uma espécie de 14º salário.
As informações dão conta ainda de que o projeto de lei (PL) que prevê o pagamento do abono para a categoria de trabalhadores está sendo analisado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Dessa forma, é importante que todos saibam que, como ainda se trata de um projeto, é apenas uma lei anunciada.
Como funciona o novo projeto de lei?
Pessoa contanto dinheiro - (Reprodução/Internet)
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Mas, caso seja sancionado em 2024, o PL começaria a valer apenas em 2025. Assim, Instituto Doméstica Legal enviou à Presidência da República um pedido para a edição de uma medida provisória para instituir os efeitos da medida imediatamente. O PL ainda não tem data para ser apreciado. Ou seja, uma decisão do presidente Lula.
É importante salientar ainda que o custeio do abono do PIS para empregados domésticos viria em grande parte do Fundo de Amparo do Trabalhador (FUP), vinculado ao Ministério do Trabalho. Segundo o texto, o pagamento que cabe ao empregador seria de 0,65% sobre a folha salarial do funcionário.
Para Mario Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal, tal lei iria agir como um estímulo à formalização da atividade, além de equiparar os direitos desses trabalhadores aos dos demais.
“Mais de 90% dos empregados domésticos hoje ganham até dois salários mínimos e poderiam receber o abono, que é o único direito que falta. Não é justo que essa categoria que vem sendo discriminada há séculos continue tendo menos direitos que os outros trabalhadores”, pontuou, sobre o assunto.