Você sabia? A Anvisa proibiu produto popular das donas de casa por queimaduras e acidentes

Anvisa barrou um produto tradicional nas residências brasileiras ao identificar queimaduras, falhas de segurança e perigo aos consumidores

23/12/2025 21:30

3 min

Anvisa proíbe produto de limpeza popular das donas de casa (Reprodução: Montagem TV Foco)
Anvisa proíbe produto de limpeza popular das donas de casa (Repr...
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Anvisa barrou um produto tradicional nas residências brasileiras ao identificar queimaduras, falhas de segurança e perigo real aos consumidores

Ainda em 2024, a Anvisa voltou a proibir a venda do álcool líquido 70% para o público em geral após encerrar uma autorização excepcional criada durante a pandemia. A medida reacendeu alerta sobre riscos domésticos.

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O produto ficou popular nas casas brasileiras. Porém, as estatísticas de acidentes sempre preocuparam os órgãos de saúde. Desde 2002, a agência já restringia a comercialização. A liberação ocorreu apenas por causa da crise sanitária do COVID. Agora, a regra original voltou a valer.

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Álcool 70% é proibido devido os riscos de queimaduras (Foto: Reprodução/ Internet)

Durante a pandemia, a Anvisa liberou temporariamente o álcool líquido 70% para ampliar o acesso à higienização. A decisão atendeu uma demanda urgente. A autorização teve prorrogações sucessivas. Mesmo assim, a norma sempre trouxe prazo definido. A RDC 766 de 2022 estabeleceu o encerramento da liberação.

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Além disso, o texto fixou 120 dias para esgotar estoques. Esse período terminou em 29 de abril de 2024. A partir daí, o comércio comum perdeu autorização.

A agência baseou a decisão em dados históricos de acidentes domésticos envolvendo o produto. O álcool líquido apresenta alta inflamabilidade. Ele pode provocar queimaduras graves em poucos segundos. Além disso, registros mostram explosões causadas por manuseio inadequado. Crianças também sofreram intoxicações por ingestão acidental.

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Por isso, especialistas sempre trataram o produto como risco elevado. A Anvisa reforçou que a forma líquida facilita acidentes. Dessa forma, a proibição busca reduzir ocorrências evitáveis.

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Ninguém mais pode comprar álcool líquido 70%?

Com o fim da autorização, supermercados e farmácias não podem vender álcool líquido 70% ao consumidor comum. A fiscalização passou a monitorar estoques e anúncios digitais. Caso o comércio descumpra a regra, a lei prevê sanções.

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Multas e apreensões entram no pacote. Enquanto isso, alternativas seguem liberadas. Contudo, o álcool em gel 70% permanece disponível. Essa versão oferece eficácia semelhante. Ao mesmo tempo, reduz o risco de combustão rápida.

Apesar da proibição ao público geral, a regra não afeta todos os usos. Hospitais e serviços de saúde mantêm acesso ao álcool líquido 70%. Esses ambientes seguem normas específicas. Profissionais recebem treinamento adequado.

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Além disso, o uso ocorre sob protocolos rígidos. A Anvisa esclareceu que a restrição mira o uso doméstico. Assim, a agência evita interpretações equivocadas. A medida não compromete a rotina hospitalar.

Por fim, ao retomar a proibição, a Anvisa reforça uma diretriz antiga de segurança sanitária. A agência prioriza a redução de queimaduras graves. Também busca diminuir acidentes evitáveis dentro dos lares.

Embora o álcool líquido 70% tenha eficácia comprovada, o risco pesa mais. Por isso, a norma mantém coerência com decisões passadas. O consumidor precisa se adaptar às opções permitidas. A mudança encerra um ciclo excepcional criado pela pandemia.

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Wellington Silva é redator com experiência em produção de conteúdo digital voltado para celebridades, reality shows e entretenimento. Atua na cobertura de famosos, televisão, música e futebol, sempre com foco em organizar informações, analisar diferentes fontes e entregar conteúdos claros e atualizados para um grande volume de leitores. Atualmente, integra o time do site TV Foco, onde também participa da distribuição estratégica das matérias em plataformas digitais. Com formação técnica em Redes de Computadores pela EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa e atualmente cursando Ciência da Computação na FIAP, Wellington combina conhecimento em tecnologia com prática em análise e organização de dados. Desenvolve habilidades em lógica de programação, Python e estruturação de informações, aplicando esse olhar analítico no tratamento de conteúdos e identificação de padrões no ambiente digital. Seu trabalho se destaca pela atenção aos detalhes, agilidade e capacidade de lidar com múltiplas demandas, sempre buscando qualidade na informação e boa experiência para o público. Contato: @ueellitu