Países possuem restrições e até proíbem o WhatsApp
O WhatsApp está entre os aplicativos de mensagens mais usados no mundo e revolucionou a forma como pessoas troca textos, áudios e fazem ligações. Porém, nem todos os governos aceitam a presença do aplicativo e a proibição ocorre por meio de lei.
De acordo com informações do portal G1, o WhatsApp está oficialmente banido no Irã, Coreia do Norte, China e Síria.
Além da proibição total, outros países adotam restrições parciais. Catar, Egito, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, permitem o uso do WhatsApp para mensagens de texto, mas bloqueiam recursos como chamada de voz a vídeo.
Porém, mesmo com essas barreiras, milhões de pessoas continuam acessando o aplicativo de forma alternativa.
Em entrevista à BBC News, o diretor do WhatsApp, Will Cathcart, afirmou que muitos usuários conseguem driblar os bloqueios por meio de soluções técnicas, como VPNs e servidores proxy.
“Temos muitos relatos de pessoas que usam o WhatsApp e o que podemos fazer é olhar para alguns dos países onde estamos bloqueados e ainda ver dezenas de milhões de pessoas se conectando ao WhatsApp”, disse Cathcart.
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China determina proibições envolvendo o WhatsApp
Em abril de 2024, o governo chinês determinou que a Apple impedisse o download do WhatsApp na App Store chinesa, o que afetou diretamente usuários de iPhone.
Cathcart classificou a decisão como “lamentável”, embora reconheça que o país nunca representou um grande mercado para o aplicativo.
No entanto, no sistema Android, ainda é possível baixar o WhatsApp por meios alternativos, fora das lojas oficiais.
Para contornar bloqueios em diferentes regiões, a Meta aposta no crescimento do uso de VPNs e no serviço de proxy do WhatsApp, lançado em 2023.
Esse serviço ajuda a manter o aplicativo acessível mesmo em locais onde existe a proibição . Cathcart abordou o tema durante o evento World Service Presentes.
De acordo com Cathcart, a expansão de plataformas tecnológicas ocidentais sempre foi vista como um instrumento de difusão dos valores da democracia liberal, mas admite que essa produção enfrenta desafios contínuos.
“Mas é uma ameaça constante e uma batalha constante. As pessoas se preocupam com a privacidade, mesmo se não entendem de criptografia de ponta a ponta, do que ela é e como funciona. E essa é uma das razões pelas quais temos que falar tanto sobre isso, para sermos realmente claros sobre o que isso significa e o que está em jogo”, disse o profissional.
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Autor(a):
Giovana Misson
Formação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, é colunista do portal TV Foco desde 2020, com foco em beleza, televisão e celebridades. Com apuração jornalística rigorosa, tem como compromisso informar o público com credibilidade e precisão. Apaixonada por moda e pelo universo das celebridades, acompanha de perto as principais tendências e acontecimentos. Antes disso, atuou como assessora de imprensa e redatora.



