Portas fechadas e R$ 5 bilhões em dívidas: 3 bancos gigantes vão à FALÊNCIA e obrigam o BC a agir às pressas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a falência de três bancos gigantes
Sabemos bem que, quando o assunto se trata de falências que assolam grandes empresas e bancos, vocês gostam de ficar por dentro de tudo o que acontece.
Dessa forma, com direito a portas fechadas e R$ 5 bilhões em dívidas, vocês saberão agora detalhes sobre três instituições financeiras que acabaram indo à falência, obrigando o Banco Central a agir as pressas. Vamos conferir?
Quais bancos acabaram falindo?
De acordo com o G1, o portal de notícias da Globo, em nota divulgada em 28/09/08, aqui no Brasil, liquidações de 12 bancos se arrastam desde 1995.
De acordo com as informações que foram divulgadas, a lei brasileira manda que uma instituição em dificuldades sofra intervenção e posterior liquidação, encerrando suas atividades.
Assim, dentre tantos bancos que acabaram falindo desde a época, iremos dar destaque para três grandes empresas.
Os bancos Econômico, Nacional e Bamerindus, que saíram do mercado entre 1995 e 1997, na verdade não deixaram de existir, apesar de terem fechado as portas há mais de uma década.
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Banco Bamerindus – Foto Internet
Banco Nacional – Foto Internet
Nos três casos, um interventor nomeado pelo BC, age e coordena a venda dos bens dessas instituições a fim de tentar recuperar o dinheiro que o governo federal investiu para garantir os depósitos dos clientes dessas instituições.
Pois bem, as informações dão conta de que o Econômico, Nacional e Bamerindus foram instituições beneficiadas pelo programa de socorro dos bancos criado pelo governo nos anos 90, o Proer.
Dessa forma, após o Banco Central agir, foi informado que, em valores corrigidos, o Bamerindus recebeu R$ 3,2 bilhões, o Econômico precisou de R$ 5,2 bilhões e o Nacional, de R$ 5,8 bilhões.
Por fim, de acordo com informações do Banco Central, na época, o dinheiro recuperado com a liquidação dos bens desses bancos não foi suficiente para cobrir os custos da ajuda oferecida. Conforme a assessoria de imprensa do Banco Central, a conta do Proer acabou sendo negativa em cerca de R$ 35 bilhões, considerado o último balanço da instituição.