O QUE ROLOU?!

Falência e prejuízo: O fim de banco tradicional e o risco de levar suas rivais para o buraco em país


Sistema bancário de país entrou em colapso após falência de país (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco)

O setor bancário de país enfrentou cenário alarmante após falência de um dos seus bancos mais tradicionais

E um importante banco de país, que inclusive, é considerado uma das maiores potencias do mundo, entrou em falência após momento conturbado, e ainda deixou demais rivais em alerta.

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Isso porque sua queda acabou respingando em rivais que, de certa forma correram o risco de serem levadas ao “buraco” e tiveram que lidar com consequências desastrosas.

Estamos falando do First Republic Bank, que teve seu fim anunciado logo no inicio de 2023, após a instituição enfrentar uma crise avassaladora.

De acordo com o InfoMoney, o ex-CEO do First Republic Bank, Michael Roffler, afirmou em maio de 2023 que:

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“A instituição foi vítima de pânico em todo o setor sobre a saúde dos bancos de médio porte, desencadeado pelas rápidas falências de março do Silicon Valley Bank (SVB) e do Signature Bank”

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O depoimento marcou a primeira vez que Roffler apareceu publicamente desde que os reguladores apreenderam seu banco e fecharam um acordo para vender a maior parte de suas operações ao JPMorgan Chase em 1º de maio.

Ele foi acompanhado por ex-executivos do SVB e Signature*, que também testemunharam o fato no Senado.

(Para saber mais sobre essas falências, clique aqui*)

Em queda livre …

Segundo o portal Pronatec, apesar de todo o seu esforço para conseguir prosseguir, ele acabou sucumbindo de vez e decretou a sua falência de forma oficial no dia 02 de maio desse ano.

Essa ação culminou  também na saída de suas ações da New York Stock Exchange (NYSE).

Em meio a tudo isso, e devido a sua situação caótica, o banco foi entregue a outro proprietário, o JP Morgan Chase, que tinha como principal expectativa, fazer com que a instituição voltasse a sua “Era de Ouro”.

Como mencionamos, com essa situação, um sinal de alerta foi ativado entre os cidadãos americanos, bem como nas demais instituições financeiras do país.

Isso porque o cenário não foi um mero caso isolado, e tudo indicava ser apenas a “ponta de um iceberg”.

Segundo o portal Seu Crédito Digital, o aumento recorde da taxa de juros, nos Estados Unidos, bem como as estratégias adotadas pelo The Federal Reserve*, impactaram com força os bancos norte americanos.

(Considerado o Banco Central dos Estados Unidos*)

O que culminou em perdas expressivas, mesmo que não realizadas no mercado de títulos.

Tais perdas causaram preocupações pertinentes no setor financeiro, afinal de contas, será que estavam diante de mais uma crise financeira, como a ocorrida em 2008?

“Pavio de pólvora” …

Algumas perdas expressivas, desde a falência acima mencionada, passaram a ocorrer de forma muito rápida e se alastrou como “pavio de pólvora” entre as demais entidades financeiras americanas.

Segundo o portal Info Money, o Bank of America (BofA), o segundo maior banco dos EUA em ativos, enfrentou perdas que ultrapassaram os US$ 100 bilhões, no final do primeiro trimestre de 2023, conforme os dados da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC).

Essas perdas são decorrentes da desvalorização de títulos públicos adquiridos pelo banco durante a pandemia de Covid-19.

No total, os prejuízos estimados do Bank of America representavam um quinto dos US$ 515 bilhões de perdas totais não realizadas nas carteiras de valores mobiliários de quase 4.600 bancos do país, de acordo com dados do FDIC.

O banco, por sua vez afirmou que não tinha planos de vender os títulos, o que evitou perdas concretas que, até então, só existiam no papel.

Similarmente, o JPMorgan Chase e o Wells Fargo, também enfrentavam pelo mesmo problema.

Cada um com cerca de US$ 40 bilhões em perdas não realizadas no mercado de títulos.

Já o Citigroup registrou uma prejuízo de papel em US$ 25 bilhões.

O portfólio do BofA é composto por títulos lastreados pelo governo, com classificação alta, que provavelmente serão resgatados quando os empréstimos subjacentes vencerem.

Qual a situação dos bancos nos Estados Unidos agora?

Apesar de todo esse cenário preocupante e caótico, o Federal Reserve (Banco Central Americano), chegou a manifestar na época, que o Bank of America, assim como as demais instituições financeiras se saíram bem em um teste de estresse no sistema bancário.

Esse teste simulou condições “severamente adversas” na economia dos EUA e concluiu que os 23 principais bancos americanos, em uma hipotética recessão, permaneceram acima dos requisitos mínimos de capital.

É bom destacar que o Federal Reserve sempre monitora de perto a situação e busca garantir a estabilidade do sistema bancário.

As perdas não realizadas representaram um risco potencial, mas as estratégias adotadas pelos bancos e a capacidade de se adequar a condições adversas são fatores que contribuem para a resiliência do setor.

A maior preocupação em 2024 é que muitos desses bancos estavam lucrando com as taxas dos empréstimos concedidos a clientes.

Porém esses empréstimos começaram a vencer em março de 2024 e algumas fontes estão alertando sobre alguns riscos envolvendo isso.

Segundo a Fox New pode ser que em 2024 ocorra o maior crash de todos os tempos. Já CNN e a Reuters afirmam que Wall Street está preocupada com outra crise bancária regional.

Contudo, o problema ainda é consequência dos juros altos, mencionados logo no inicio desse texto, cujos quais são resultado dos estímulos monetários pra aquecer a economia durante a pandemia.

Isso porque os bancos compraram títulos de longo prazo com taxas baixas antes da pandemia.

E, com a subida dos juros para controlar a inflação pós pandêmica, os preços dos títulos caíram.

Porém, vale dizer que os EUA têm uma agência criada especialmente para manter a confiança das pessoas na estabilidade dos bancos.

Fora isso os principais bancos passaram com louvor no teste de stress do Federal Reverse.

Porém, se tratando de economia, a questão é que sempre pode ocorrer anúncios de crise.

De acordo com o portal Inteligência Financeira não tem como dar uma exatidão se vai ou não ocorrer uma crise ainda maior neste ano .

Mas o alerta é que essas considerações sejam individuais e sem influência do alarmismo.

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Autor(a):

Meu nome é Lennita Lee, tenho 32 anos, nasci e cresci em São Paulo. Viajei Brasil afora, e voltei para essa cidade, afim de recomeçar a minha vida. Sou formada em moda pela instituição "Anhembi Morumbi" e sempre gostei de escrever. Minha maior paixão sempre foi a dramaturgia e os bastidores das principais emissoras brasileiras. Também sou viciada em grandes produções latino americanas e mundiais. A arte é o que me move ... Atualmente escrevo notícias sobre os últimos acontecimentos do cenário econômico, bem como novidades sobre os principais benefícios e programas sociais.