Rival da C&A, queridinha dos shoppings e +1: A falência devastadora de 3 varejistas ao sucumbirem a crise
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Varejistas fecharam as portas no Brasil
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações podem levar ao fim de uma grande empresa. Dessa vez, por exemplo, citaremos a falência de 3 varejistas, uma delas rival da C&A, que sucumbiram a crise financeira.
Falaremos sobre o fim de uma grande marca de roupas. A Pakalolo, que ficou conhecida por colocar personagens da Disney em suas roupas, explodiu em 1987 nas principais capitais e conseguiu o licenciamento com a empresa americana para atrair ainda mais clientes com os personagens infantis.
A Pakalolo, rival da C&A, era tão grande que em seu auge abria uma loja por semana no Brasil. De acordo com informações do portal O Globo, o problema é que os itens da empresa começaram a cair em desuso e ela simplesmente desapareceu do mercado, pedindo falência em 1995.
Outra varejista que fechou as portas foi a Natan Joias. A falência foi notificada pelo G1 em 2013. Na época, o juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decretou a falência da joalheria Natan, segundo informou a assessoria do TJ.
O magistrado revogou o pedido de recuperação judicial, concedido a varejista, porque, segundo informou na sentença, a empresa não conseguiu cumprir os requisitos econômicos, contábeis e jurídicos no curso do processo, segundo o tribunal. A decisão surpreendeu todo mundo.
Vale lembrar que uma queridinha dos shoppings também fechou as portas. Para quem não sabe, estamos falando sobre a Saraiva. Segundo informações do UOL, a 2º Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo decretou, outubro de 2023, a falência da rede de livrarias Saraiva.
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O pedido de falência foi realizado pela própria empresa dentro do processo de recuperação judicial, ajuizado em 2018 em razão de dívida de R$ 674 milhões. A empresa pediu a autofalência por reconhecer que não conseguia pagar as dívidas. Assim, a decisão foi acatada chocando.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
A principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento. No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.