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FALÊNCIA e Prejuízo: O fim de banco gigante que puxou rivais ao fundo do poço em país


Banco entrou em falência e puxou muitos outros com ele (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Canva/Cointelegraf)

O setor bancário de país enfrentou cenário de extrema preocupação após falência vir à tona …

E um importante banco de país, que inclusive, é considerado uma das maiores potencias do mundo, entrou em falência após momento conturbado.

O problema é que sua queda acabou respingando em rivais que, de certa forma foram ao “fundo do poço” e tiveram que lidar com consequências desastrosas.

Estamos falando do First Republic Bank, que teve seu prenúncio do fim no inicio de 2023, após a instituição enfrentar uma crise avassaladora.

A queda

Segundo o portal Pronatec, apesar de todo o seu esforço para conseguir prosseguir, ele acabou sucumbindo e decretou a sua falência de forma oficial no dia 02 de maio desse ano.

Essa ação culminou  também na saída de suas ações da New York Stock Exchange (NYSE).

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Em meio a tudo isso, e devido a sua situação caótica, o banco foi entregue a outro proprietário, o JP Morgan Chase, que tinha como principal expectativa, fazer com que a instituição voltasse a sua “Era de Ouro”.

Mas um sinal de alerta acabou sendo ativado entre os cidadãos americanos, bem como às suas autoridades.

Isso porque o cenário não foi um mero caso isolado, e tudo indicava ser apenas a “ponta de um iceberg”.

Segundo o portal Seu Crédito Digital, o aumento recorde da taxa de juros, nos Estados Unidos, bem como as estratégias adotadas pelo Banco Central Americano, o The Federal Reserve, impactaram com força os bancos norte americanos.

O que culminou em perdas expressivas, mesmo que não realizadas no mercado de títulos.

Tais perdas causaram preocupações pertinentes no setor financeiro, afinal de contas, será que estavam diante de mais uma crise financeira, como a ocorrida em 2008?

“Pavio de pólvora” …

Algumas perdas expressivas, desde a falência acima mencionada, passaram a ocorrer de forma muito rápida e se alastrou como “pavio de pólvora” entre as demais entidades financeiras americanas.

Segundo o portal Info Money, o Bank of America (BofA), o segundo maior banco dos EUA em ativos, enfrentou perdas que ultrapassaram os US$ 100 bilhões, no final do primeiro trimestre de 2023, conforme os dados da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC).

Essas perdas são decorrentes da desvalorização de títulos públicos adquiridos pelo banco durante a pandemia de Covid-19.

No total, os prejuízos estimados do Bank of America representavam um quinto dos US$ 515 bilhões de perdas totais não realizadas nas carteiras de valores mobiliários de quase 4.600 bancos do país, de acordo com dados do FDIC.

O banco, por sua vez afirmou que não tinha planos de vender os títulos, o que evitou perdas concretas que, até então, só existiam no papel.

Similarmente, o JPMorgan Chase e o Wells Fargo, também enfrentavam pelo mesmo problema.

Cada um com cerca de US$ 40 bilhões em perdas não realizadas no mercado de títulos.

Já o Citigroup registrou uma prejuízo de papel em US$ 25 bilhões.

O portfólio do BofA é composto por títulos lastreados pelo governo, com classificação alta, que provavelmente serão resgatados quando os empréstimos subjacentes vencerem.

Mas os bancos dos Estados Unidos estão ruindo mesmo?

Apesar de todo esse cenário preocupante e caótico, o Federal Reserve (Banco Central Americano), chegou a divulgar na época, que o Bank of America, assim como as demais  instituições financeiras se saíram bem em um teste de estresse no sistema bancário.

Esse teste simulou condições “severamente adversas” na economia dos EUA e concluiu que os 23 principais bancos americanos, em uma hipotética recessão, permaneceram acima dos requisitos mínimos de capital.

É bom destacar que o Federal Reserve sempre monitora de perto a situação e busca garantir a estabilidade do sistema bancário.

As perdas não realizadas representaram um risco potencial, mas as estratégias adotadas pelos bancos e a capacidade de se adequar a condições adversas são fatores que contribuem para a resiliência do setor.

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Autor(a):

Meu nome é Lennita Lee, tenho 32 anos, nasci e cresci em São Paulo. Viajei Brasil afora, e voltei para essa cidade, afim de recomeçar a minha vida.Sou formada em moda pela instituição "Anhembi Morumbi" e sempre gostei de escrever.Minha maior paixão sempre foi a dramaturgia e os bastidores das principais emissoras brasileiras.Também sou viciada em grandes produções latino americanas e mundiais. A arte é o que me move ...Atualmente escrevo notícias sobre os últimos acontecimentos do cenário econômico, bem como novidades sobre os principais benefícios e programas sociais.