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A triste história de Gary Coleman

É triste ver a história recorrente dos atores infantis  e seu final trágico, mais uma vez ilustrado pela morte aos 42 anos de Gary Coleman (1968-2010), vítima de uma queda que feriu sua cabeça, na cidade de Provo, estado de Utah.

Uma conclusão que é apenas a decorrência de uma bem conhecida sucessão de desastres financeiros e pessoais, de um pessoa que, infelizmente passou sua vida entrando e saindo de hospitais, vítima de uma doença congênita dos rins, que justamente teria sido a causa dele nunca ter crescido. Fez dois transplantes de rim, um aos cinco anos, outro aos 16.

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Apesar disso tudo, foi um sucesso na televisão quando criança, e sua série Diff´rent Strokes foi sucesso na televisão de 78 a 85 na NBC e depois mais dois anos na ABC.

Era um sitcom sobre um milionário (Conrad Bain) que adota dois órfãos negros e pobres, Arnold (Coleman) e Willis (Todd Bridges).

Ele era um comediante natural e brilhante, logo se tornando querido e famoso (a série passou no SBT como Minha Família É Uma Bagunça). Ele tinha até um bordão: What You Talking About,Willis?

Eventualmente a juventude acabou e começou o segundo ato. Processou os pais, porque achou que o usaram, o seu administrador que o teria roubado, e em 99, pediu falência. No seu auge ele ganhava US$ 3 milhões por ano.

Durante a mesma época, seus dois colegas de elenco também teriam problemas, Dana Plato que fazia a filha de Bain foi presa por drogas e iria morrer de overdose em 99. Bridges, em 1990, foi julgado por tentativa de assassinato, mas não foicondenado.

Coleman também foi preso várias vezes por conduta inadequada, perturbação da ordem, desordem e acusado de bater na esposa Shannon Price. A única chance de sobrevivência era expondo seus problemas em shows de TV ou fazendo pontas em filmes.

Também tentou sobreviver em empregos comuns, como segurança de parque de diversões, e em 2003 chegou a se candidatar a governador da Califórnia junto com outros 134 candidatos. Seu último filme teria sido Midgets vs Mascots / Anões vs Mascotes em 2009.

Chegaram mesmo a usar seu nome no musical Avenida Q, montado em São Paulo e Rio também com seu nome,  onde o zelador das vilas levava seu nome e se apresentava como falido mas feliz. Não se sabe como será resolvida essa questão agora com sua morte, o show continua em cartaz na off Broadway e deve sair em excursão pelo Brasil todo.

Fora a tristeza de tudo isso, o único que consigo pensar é a recomendação: Pais, não deixem seus filhos virarem atores infantis. O exemplo está claro. Não dá certo.

Veja agora: Apresentador galã de TV dá basta e resolve se assumir gay de vez: veja fotos   

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