“Tenho liberdade de dizer”: Anúncio decisivo de Tebet crava situação delicada do Banco Central que atinge a Caixa
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Anúncio decisivo de Simone Tebet crava situação delicada do Banco Central que atinge diretamente o Banco Federal
Simone Tebet, no meio do ano passado, confirmou um anúncio decisivo sobre situação no Banco Central que atinge diretamente a Caixa em situação delicada.
Acontece que uma divergência entre dois documentos causou um completo estranhamento pela Simone Tebet e essa divergência atinge tanto o Banco Central quando a Caixa Econômica Federal.
Segundo o Infomoney, ministra do Planejamento, Simone Tebet, diferenciou no meio do ano passadoas mensagens que, em sua avaliação, o comunicado e a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) transmitiram ao mercado.
Para a ministra, a diferença de tom entre os dois documentos provocou um “ruído e um estresse desnecessário” ao País. Tebet lembrou novamente que votou pela autonomia do Banco Central e que teria “liberdade” de fazer tal avaliação.
“Eu lamento o estresse que o Banco Central esteja provocando no Brasil. É um órgão técnico, sou a favor da autonomia, votei pela autonomia, votei no Roberto Campos Neto, presidente do BC, então tenho liberdade de dizer que está causando ruído e estresse desnecessário”, disse a ministra ao ser questionada pela imprensa durante evento do PPA Participativo em Brasília.
Tebet afirmou que o comunicado foi “muito duro com o País” e mostrou “miopia” do BC, enquanto a ata apresenta a “realidade” do Brasil e das realizações do governo.
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Segundo a ministra, enquanto a ata lhe “agradou”, o comunicado divulgado a “assustou”. Em sua avaliação, o comunicado deu a entender que o BC só discutiria a possibilidade de queda na taxa de juros a partir desse ano, considerando uma hipótese de que a inflação tende a dar “ligeira acelerada” no segundo semestre do ano passado.
Para Tebet, não é possível comparar a atual realidade brasileira, com juro real que “passa de 9%”, com o cenário do ano passado, quando o BC aumentou a Selic a 13,75%.
Segundo a CNN, esse ano, Simone Tebet disse que o Banco Central não pode encarar uma taxa de juros em torno de 9% ao ano como limite para o atual ciclo de afrouxamento monetário.
“Não pode ser o piso”, afirmou Tebet, taxativamente, ao ser questionada se vê a Selic em 9% como o mínimo a que o BC conseguiria chegar em 2024.
Agora, em março, o BC cortou a taxa básica de juros pela sexta vez seguida em 0,5 ponto percentual. Ela caiu de 13,75% em agosto do ano passado para 10,75% hoje.
Na última reunião, porém, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou mais claramente apenas mais um corte de 0,5 ponto e sinalizou um ritmo de queda menor.
A Selic que determina os rendimentos das poupanças, por isso que, com a alta da Selic, os brasileiros são diretamente atingidos.
Caixa eletrônico (Reprodução - Internet)
A Caixa Econômica Federal é um dos bancos mais procurados pelos brasileiros (Foto Reprodução/Internet)
Caixa Poupança (Reprodução/internet)
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