Após acidente de Rodrigo Mussi, aplicativo bate martelo e decide bloquear passageiros

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Rodrigo Mussi tentou fugir de hospital (Foto: Reprodução)

Acidente aconteceu na madrugada da última quinta-feira (31)

Depois do grave acidente envolvendo o ex-BBB Rodrigo Mussi, na madrugada da última quinta-feira (31). O aplicativo de transportes, 99, anunciou novas regras aos usuários. Agora, o passageiro vai poder ter a corrida recusada ou até mesmo ser bloqueado na plataforma caso se recuse a usar o cinto de segurança.

Dessa forma, o motorista do aplicativo não vai ser penalizado caso decida cancelar a corrida por falta de uso do cinto de segurança. “Também já implementamos banners de avisos adicionais pedindo o uso do cinto de segurança antes e no início das corridas. Em breve, mensagens de voz também serão adicionadas para esse reforço”, comunica a empresa em nota.

A 99 também anunciou que vai ter um espaço no aplicativo para que tanto motoristas quanto passageiros reportem viagens que forem realizada sem o uso do cinto. “Usuários que desrespeitarem as regras receberão alertas educativos e até bloqueios, em casos de reincidência”, afirmou.

Rodrigo Mussi, vale dizer, estava no banco de trás do veículo e não usava o dispositivo de proteção, mesmo com o pedido do motorista. Assim, quando o carro bateu na traseira de um caminhão na Marginal Pinheiros, em São Paulo, ele acabou sendo arremessado para frente, tendo fraturas múltiplas, traumatismo craniano e parada cardiorrespiratória.

BOLETIM MÉDICO

Em último boletim médico divulgado pela equipe do ex-BBB nas redes sociais, ele ainda encontra-se em estado grave, mas progredindo conforme a diminuição da sedação.

“Continua reagindo. Está bem agitado e se mexendo bastante”, diz o comunicado. “Hoje apertou o dedo do irmão e a família continua otimista e feliz com o progresso de cada dia!”, finaliza o mesmo.

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Estado de saúde de Rodrigo Mussi ainda é grave (Foto: Reprodução)

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