Após polêmica, Vila Militar do Chaves volta ao Tá no Ar e com uma grande novidade
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Elenco de "Tá no ar", recriando "Chaves" (Foto:Estevam Avellar/TV Globo)
Recentemente, o Tá no Ar acabou fazendo uma sátira e criou a Vila Militar do Chaves. Nas redes sociais, a repercussão foi bem positiva e gerou muitos elogios aos criadores. Dessa vez, o quadro voltou ao programa humorístico e a esquete contou com a participação de cinco Chiquinhas.
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Na cena, que foi ao ar na terça-feira, 05 de fevereiro, após o Big Brother Brasil, Luana Martau volta ao papel de Chiquinha, mas dessa vez conta com a companhia de outras atrizes como Renata Gaspar, Carol Portes, Georgiana Góes.
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Na Vila Militar do Chaves, na primeira esquete exibida, o professor Girafales (Danton Mello), a Dona Florinda (Georgiana Góes), Quico (Mauricio Rizzo), Seu Madruga (Marcius Melhem) e a Chiquinha tinham que enfrentar Marcelo Adnet como um capitão impondo ordem militar à vila.
Chiquinhas no 'Tá no ar' (Foto: Fabiano Battaglin/Gshow/Divulgação)
POLÊMICA EM TORNO DA VILA MILITAR DO CHAVES
Após o sucesso da paródia do Chaves do SBT, com a sátira intitulada Vila Militar do Chaves, o programa Tá No Ar fez outras esquetes que agradaram o público da internet. Em sua última temporada, desta vez o humorístico fez outra paródia do SBT e alfinetou novamente o presidente Jair Bolsonaro e as novelas da Record.
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A atração comanda por Marcelo Adnet fez uma versão da novelinha infantil denominada de Carroselton, relacionando com o tom voz do ator Selton Mello. Além do mais, um dos quadros programa o personagem Obirajara disse que as novelas da Globo são melhores que da Record. “As pessoas tem muita barba, sempre andando com pés descalços naquelas sandálias horrorosas”, disse o índio se referindo aos folhetins bíblicos da emissora de Edir Macedo.
O Tá no Ar também alfinetou o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez. Em um dos momentos da atração, surge a propaganda do “Qualquer Banco – caixa laranja 24 horas por dias”, em uma clara referência ao escândalo político envolvendo seu filho Flávio Bolsonaro. Se já não bastasse isso, o humorístico fez outra relação com atual governo com a Família Armas, em alusão ao filme A Família Addams.