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Atores de Segundo Sol revelam como aprenderam sotaque “baianês” para a novela

Rosa (Letícia Colin) em cena de Segundo Sol (Foto: Divulgação/Globo)
Rosa (Letícia Colin) em cena de Segundo Sol
(Foto: Divulgação/Globo)

Um dos principais desafios para os atores quando alguma novela se passa fora do eixo Rio-São Paulo é o sotaque. Com Segundo Sol, novela que se passa na Bahia, não é diferente. Os atores tiveram que “se virar” nos trinta para se adaptarem a um dos sotaques mais característicos do país.

Em entrevista ao F5, da Folha de S.Paulo, a preparadora de sotaque do folhetim, Íris Gomes, revelou que o primeiro passo foi um levantamento histórico. “Comecei com um trabalho do entendimento da história da Bahia, os elementos centrais para chegar a esse jeito de falar, como foi a influência africana, portuguesa, a influência da geografia da Bahia. Falamos do ritmo, da linha melódica, todo aquele jeitinho”, revelou.

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Embora a novela venha recebendo algumas críticas, a atriz Deborah Secco acredita que atingir a perfeição nesse quesito não é o principal objetivo da trama. “Acho que as pessoas não buscam isso, o grande barato é que eles sabem exatamente o quanto a gente se empenhou para ficar o mais próximo deles possível. Acho que é muito visível o empenho de todo o elenco e é isso que agrada tanto os soteropolitanos”, avalia a atriz.

Para se aperfeiçoar, Letícia Colin passou a morar com uma amiga no processo de aprendizagem. “Fui ficar na casa dessa amiga, com os pais dela, irmãos, cachorro, gato. Realmente viver um pouco dessa estrutura familiar. Para mim, tinha essa intuição que participar disso, desse cotidiano deles seria algo que me traria essa ambientação das relações”, revelou.

Beto Falcão (Emilio Dantas) em cena de Segundo Sol (Foto: Reprodução/Globo)
Beto Falcão (Emilio Dantas) em cena de Segundo Sol
(Foto: Reprodução/Globo)

Protagonista na novela, Emílio Dantas recorreu à música para encontrar o sotaque ideal. Na novela, ele vive um cantor de axé, Beto Falcão. “Toda vez que cantei Raul, acabei, invariavelmente fazendo sotaque. É como se aquilo fizesse parte da música, da melodia”, revelou.

Autor do verdadeiro “Dicionário de Baianês”, Nivaldo Lariú avaliou bem o trabalho dos atores e afirmou impossível ser 100% fiel ao sotaque da Bahia. “Você percebe algumas vezes um derrape, mas está bastante próximo, o que mostra profissionalismo”, disse.

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