Atriz de Ti-Ti-Ti descobre Aids em estágio avançado e morre aos 48 anos de idade
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Estrela da televisão virou uma das figuras representativas da doença, que ainda é alvo de preconceito e desinformação
Sandra Bréa foi uma das grandes musas da Globo. Na emissora carioca, ela esteve envolvida em várias produções de sucesso, incluindo a primeira versão de Ti-Ti-Ti, exibida em 1985.
Porém, uma outra notícia com o nome dela tomou conta da mídia na década de noventa. Isso porque a famosa revelou ser soropositivo, o que é tabu ainda hoje e pior ainda naquela época.
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Por causa da doença, Sandra Bréa precisou se afastar dos trabalhos na televisão para cuidar da saúde. “Morrerei como qualquer outra pessoa, atropelada”, chegou a dizer em uma entrevista.
Em 1999, no entanto, a atriz descobriu um câncer no pulmão, se recusando a fazer o tratamento com quimioterapia. Poucos meses depois, ela morreu aos 48 anos de idade.
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Sandra Bréa, a Jacqueline da primeira versão de Ti-Ti-Ti, era portadora da Aids. Na segunda edição da história, Claudia Raia interpretou a personagem dela (Foto: Reprodução)
Ti-Ti-Ti
A história foi um verdadeiro sucesso na Globo. Exibida pela primeira vez em 1985, a trama seguiu no imaginário do público por muitos anos, sendo sempre lembrada na emissora.
Em 2010, a direção decidiu recriar a novela, fazendo uma nova versão, com um outro elenco, que foi tão marcante quanto o original. Nomes como Murilo Benício e Alexandre Borges estiveram no remake.
Na antecessora, Sandra Bréa deu vida para Jacqueline, que depois foi interpretada por Claudia Raia.