“Moeda nacional”: Bonner paralisa JN com anúncio do Banco Central e desfecho histórico do Real após 30 anos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
No Jornal Nacional, da Globo, Bonner confirma anúncio do Banco Central e desfecho histórico do Real após 30 anos
Na edição do último dia 11/02/2025, do Jornal Nacional, da Globo, o âncora William Bonner acabou confirmando um anúncio do Banco Central com direito a desfecho histórico do Real após 30 anos de história.
Na ocasião, foi informado que desde que o Brasil adotou o real como a moeda nacional, nunca houve uma inflação tão baixa em um mês de janeiro deste ano: 0,16%. O custo de habitação caiu e colaborou muito nesse resultado.
Assim, no JN, William Bonner disparou: “Mas, em 12 meses, o IPCA acumula 4,56%, acima do teto da meta do Banco Central”, disse.
Entenda
Em síntese, o avanço de 0,16% do IPCA de janeiro é em grande parte fruto de um alívio temporário causado pelo desconto na tarifa de energia elétrica, segundo informações do portal Veja.
Em síntese, os preços de bens e serviços do país subiram 0,16% em janeiro, menor taxa para o mês desde 1994, ano da implantação do Plano Real.
As informações dão conta de que a desaceleração do IPCA foi influenciada, principalmente, pela queda de 14,21% nos preços da energia elétrica residencial. O subitem exerceu o impacto negativo mais intenso (-0,55 ponto percentual) sobre o índice geral.
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Como ficou o resultado, por grupos, do IPCA?
- Transportes: 1,30%;
- Alimentação e bebidas: 0,96%;
- Saúde e cuidados pessoais: 0,70%;
- Despesas pessoais: 0,51%;
- Educação: 0,26%;
- Artigos de residência: -0,09%;
- Vestuário: -0,14%;
- Comunicação: -0,17%;
- Habitação: -3,08%.
Assim, veja o impacto, por grupos, na inflação em janeiro:
- Transportes: 0,27 ponto percentual;
- Alimentação e bebidas: 0,21 ponto percentual;
- Saúde e cuidados pessoais: 0,09 ponto percentual;
- Despesas pessoais: 0,05 ponto percentual;
- Educação: 0,02 ponto percentual;
- Artigos de residência: 0 ponto percentual;
- Comunicação: -0,01 ponto percentual;
- Vestuário: -0,01 ponto percentual;
- Habitação: -0,46 ponto percentual.
Conclusão
Assim, para janeiro, o mercado aposta no avanço de 0,15% dos preços de bens e produtos no Brasil. Por fim, o Banco Central que tem o papel de controlar o avanço da inflação por meio da taxa de juros (a Selic), informou que a meta tem 50% de chance de ser descumprida em 2025.
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