Calote de R$ 2 bilhões e contas bloqueadas: Time gigante da série A de SP afunda em terror de falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Saiba tudo sobre um time gigante da série A de SP podendo ir à falência, com dívidas de R$ 2 bilhões e contas bloqueadas
Um time gigante da Série A, com milhares de torcedores, está correndo o risco de ir à falência, podendo fechar as portas de vez do campeonato brasileiro, com diversas dívidas e até mesmo tendo as suas contas bloqueadas de vez, algo que deu o que falar entre a torcida de SP, com repercussão na mídia.
As informações são do site “espn.com”, o qual informou no dia 08 de junho deste ano, que o Corinthians possui uma dívida que chegou a R$ 2,1 bilhões no primeiro trimestre de 2024, com o seu endividamento aumentando em R$ 130 milhões, em relação ao final de 2023, uma péssima notícia para a diretoria.
Além disso, para piorar a sua situação atual, dos R$ 2,1 bilhões da dívida recente, cerca de R$ 1,4 bilhão são do clube e R$ 717,8 milhões são do financiamento da Neo Química Arena com o banco da Caixa Econômica Federal, que é um dos milhares que esperam receber do clube paulista.
E não para por aí, pois a Justiça bloqueou as contas bancárias do Corinthians devido a valores a receber com o empresário André Cury, que cobra cerca de R$ 23 milhões da instituição de futebol, que, no momento, se vê praticamente inviável de pagar o valor ao executivo, deixando a torcida aflita.
Conforme foi informado, a Justiça encontrou um montante de cerca de R$ 9.542.371,17 em uma conta no Banco Daycoval e penhorou o valor, além de ter feito o bloqueio de R$ 14 milhões e decretado a proibição do Corinthians de vender jogadores, tendo antes que quitar o débito com o empresário.
O presidente do Corinthians, Augusto Melo (Reprodução: José Edgar de Matos)
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Augusto Melo (Foto: Rodrigo Coca Lopes / Divulgação)
Augusto Melo está prestes a fechar um patrocínio máster (Reprodução: Ge)
O que disse a diretoria do clube?
Nessa situação, Rozallah Santoro, o diretor financeiro do Corinthians, comentou sobre o risco do clube ir à falência, dizendo:
“Em qualquer empresa que não tivesse isenção tributária que um clube tem, nosso arcabouço ou as regras que a gente tem para operar, qualquer empresa do mercado teria falido. É uma foto falimentar. Ou seja, é pior do que a pior crise”, afirmou o diretor do time, que continuou:
“Por isso que eu falo que o desafio é: fechar essa conta com receita extraordinária no primeiro ano. No segundo ano, entendendo que a gente tem que reforçar o elenco a cada ciclo, mas não é razoável que a gente tenha rupturas como do ciclo passado para esse”, ressaltou ele, que prosseguiu:
“Isso é uma avalanche, uma tempestade perfeita. A gente sabe que tem um começo mais dolorido, mas que tem que ser acompanhada por uma estabilidade que se a bola não entrar, não virá”, afirmou Santoro.