Comunicado emergencial do Banco Central chega como bomba ao confirmar debandada de R$3BI das poupanças
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Um comunicado urgente do BC chega com debandada e bomba das poupanças dos brasileiros
Um comunicado urgente do Banco Central chega diretamente aos brasileiros que possuem conta poupança em qualquer instituição financeira no Brasil.
Segundo o UOL, aplicações nas cadernetas de poupança superaram as retiradas em R$ 12,8 bilhões no mês de junho, mostram dados divulgados pelo BC (Banco Central). Apesar de positivo, o resultado foi insuficiente para compensar as perdas dos primeiros meses do ano. Com isso, a aplicação fecha o primeiro semestre com captação líquida negativa de R$ 2,8 bilhões.
Banco Central (Foto: Reprodução / GloboNews)
Ilustração conta-poupança (Foto: Reprodução / Freepik)
Banco Central emite decisão final e atinge poupança (Fotos: Reproduções / Jornal Nacional / Canva)
A caderneta de poupança teve perdas pelo sétimo trimestre seguido. O valor é resultado de R$ 2,03 trilhões aplicados e R$ 2,04 trilhões sacados da aplicação no período.
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Apesar de negativo, resultado é o melhor da aplicação para o primeiro semestre desde 2020. No mesmo período do ano passado, as retiradas da poupança foram R$ 66,6 bilhões maiores do que os aportes na caderneta. O volume representa a maior perda de toda a série histórica, iniciada em 1995, para um semestre. Em 2021 e 2022, as captações líquidas ficaram negativas em, respectivamente, R$ 16,5 bilhões e R$ 50,5 bilhões.
Somente em junho, o volume de aplicações superou o de saques em R$ 12,8 bilhões. O resultado positivo foi o maior da poupança desde dezembro e contou com o depósito de R$ 348 bilhões e a retirada de R$ 225,3 bilhões. O dia 28 foi o de maios captação, com saldo de R$ 9,6 bilhões.
Saldo final da poupança volta a superar R$ 1 trilhão após dois anos. A marca havia sido atingida pela primeira vez desde julho de 2022 (R$ 1,007 trilhão). Com o desempenho positivo do mês de junho, o valor passou de R$ 993,3 bilhões para R$ 1,011 trilhão.
Atual rendimento da caderneta é de 0,5% ao mês + TR (Taxa Referencial). O percentual vale para sempre que a taxa básica de juros figurar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 10,5% ao ano.
O retorno é inferior ao de investimentos de igual segurança e liquidez. “Muitas vezes as pessoas ficam presas na poupança por desinteresse e se afastam de aplicações seguras com uma rentabilidade melhor”, avalia Marcelo Guterman, especialista de investimentos da Western Asset.
O QUE FAZ O BANCO CENTRAL?
O Banco Central do Brasil (BCB) é uma autarquia federal que regula a economia nacional e tem como objetivo fundamental assegurar a estabilidade de preços, zelar pela estabilidade do sistema financeiro, suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego.
O BCB foi criado pela Lei nº 4.595/1964 e tem autonomia técnica, operacional, administrativa e financeira. Embora esteja vinculado ao Ministério da Economia, não está subordinado a ele.
O BCB tem várias atribuições, incluindo:
- Emitir papel-moeda e moeda metálica
- Executar os serviços do meio circulante
- Receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias
- Realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras
- Fornecer dinheiro em cédulas e moedas
- Estudar a conjuntura regional
- Fiscalizar instituições financeiras, como bancos
- Prestar atendimento direto aos cidadãos que não podem comparecer à sede em Brasília
- Operações de compra e venda de títulos públicos como instrumento de política monetária
- Coordenação de políticas monetárias, de crédito, orçamentária, fiscal e da dívida pública interna e externa
- Autorização e fiscalização das instituições financeiras no Brasil