Apresentadores aos prantos e falência: 3 emissoras de TV e últimas transmissões antes de sinal chegar ao FIM
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Canais fizeram parte da história da grande mídia nacional, mas alguns não resistiram e acabaram saindo do ar
Hoje, a Globo lidera a TV aberta no Brasil. Mas, antes de se firmar como campeã de audiência, a empresa da família Marinho enfrentou outras grandes emissoras revolucionárias no Brasil.
Uma delas, com certeza, foi a Rede Tupi. Responsável pela estreia da televisão no país, o canal lançou o Repórter Esso, Silvio Santos, Sítio do Pica-Pau Amarelo, entre outras várias produções que marcaram gerações para o público e os artistas.
Infelizmente, segundo o Estado de S. Paulo, na década de 80, alguns anos após a morte do fundador, Assis Chateaubriand, a emissora enfrentou problemas financeiros e caiu em falência. Na época, o Governo Federal derrubou a concessão para seguirem no ar.
Diferenciada, a MTV Brasil fechou no ‘vermelho’
Depois de estrear nos anos 90, o descolado canal de música formou diversos apresentadores da televisão atual. Entre eles, Marcos Mion e Astrid Fontenelle, que estiveram como VJs.
Em 2013, após mais de duas décadas, o grupo acabou trocando de administração e foi para a televisão fechada. Segundo o antigo dono, o Grupo Abril, as contas vinham causando prejuízo desde 2009, o que causou o encerramento do antigo formato.
Apresentadores choraram com fim de trabalho na TV
No ano seguinte, uma situação parecida aconteceu com outra emissora um pouco menor. Com transmissões regionais, a Mogi News funcionou por 4 anos e meio, focada no jornalismo local.
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Em 2014, de acordo o Tela Viva, os funcionários foram pegos de surpresa com o fim das atividades. No último dia de transmissão, uma das apresentadoras se pronunciou em nome de toda a equipe e chegou a chorar ao vivo lamentando a despedida.
E a Globo, está falindo?
Apesar das alterações financeiras, a empresa da família Marinho segue com faturamento inalcançável às outras concorrentes. Na verdade, todas essas mudanças e demissões são pensando no orçamento a longo prazo e no atual mercado midiático.