100 lojas fechadas e terror de falência: O desfecho agonizante de 2 rivais gigantes da Natura no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Dois rivais gigantes da Natura declararam desfecho agonizante e terror de falência
A Natura tem dois rivais gigantes dentro do mercado de cosméticos, e, esses rivais brigam e lutam, contra o terrível terror da falência.
Essas empresas são grandes e renomadas e buscam se revitalizar diariamente para conseguir satisfazer todos os seus clientes.
O QUE ACONTECEU COM A MAYBELLINE/L’OREAL?
Segundo informações do do portal PQN, ex-franqueados estão acionando a L’Oréal na Justiça após terem se sentido lesados ao investirem em quiosques da Maybelline, rival da Natura.
-Logo da Natura (Reprodução - Internet)
-Logo da Natura (Reprodução - Internet)
-Logo da Natura (Reprodução - Internet)
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Henrique Faria e Donato Carvalhaes, que começaram a investir no modelo de franquias da marca em 2013 e chegaram a ser os maiores franqueados do Brasil, com 19 operações. Porém, uma sucessão de problemas fez o negócio começar a degringolar quatro anos depois. Hoje, um grupo de 25 ex-franqueados também enfrenta as mesmas dificuldades com a empresa, o que já resultou no fechamento de mais de 100 quiosques da Maybelline/L’Oréal em todo o Brasil.
“A nossa expectativa no começo se concretizou, as operações faturavam cerca de R$ 100 mil por mês com um bom lucro. Mas a L’Oréal tirou o nosso direito de decisão sobre nosso negócio e de mantê-lo saudável. Isso começou em 2017, com a alteração da Diretoria e a chegada de novos membros, quando as diretrizes na gestão do negócio foram diametralmente alteradas. Com isso, problemas mais graves começaram a surgir e/ou se intensificar por atos de responsabilidade exclusiva da L’Oréal”, explicam Faria e Carvalhaes.
De acordo com os sócios, os problemas enfrentados eram: adoção de práticas violadoras do princípio da boa-fé; exploração da dependência econômica sobre os franqueados, aumentando o preço dos produtos de forma exorbitante; falta/ruptura sistêmica de produtos; abuso de direito; concorrência desleal; e desequilíbrio econômico-financeiro, acarretando desvinculação do fim pretendido com a celebração do contrato original.
Revlon tem terror de falência?
Segundo informações da Fashion Network, o juiz de falências de Manhattan, David Jones, encarregado de supervisionar a falência da empresa rival da Natura sob o Capítulo 11, disse que a Revlon chegou a “um acordo multifacetado e árduo” que resolve uma “série de riscos que ameaçavam a empresa”, incluindo um litígio “debilitante” entre seus credores.
De acordo com o plano, os credores da Revlon assumirão a propriedade da empresa em troca de um acordo de redução da dívida, anulando o valor do capital dos atuais acionistas. A empresa reestruturada planeja arrecadar US$ 670 milhões após sair da falência com a venda de novas ações.
A reorganização da Revlon foi apoiada por 88% dos 4.500 credores que votaram no plano, e os credores de apoio possuem 98% da dívida da empresa. A reestruturação permitirá que a Revlon “recomece” e forneça uma base sustentável para o crescimento futuro