Em entrevista, Dedé Santana admite que sente ciúmes de Renato Aragão
[caption id="attachment_324024" align="aligncenter" width="619" class=" "] (Foto: Divulgação)[/caption] Um dos maiores nomes do humor no país, Dedé Santana resolveu falar sobre sua polêmica relação de amizade com Renato Aragão. De acordo com o jornal Extra, Dedé assumiu que sente ciúmes da…
Um dos maiores nomes do humor no país, Dedé Santana resolveu falar sobre sua polêmica relação de amizade com Renato Aragão. De acordo com o jornal Extra, Dedé assumiu que sente ciúmes da forma como o público trata Didi.
“Realmente fico triste quando me esquecem. Se estamos juntos e só falam nele… poxa! Não se trata de vaidade, acho que também mereço respeito. Ele é o comediante, e no Brasil se costuma cultuar o primeiro nome do humor. Nos Estados Unidos é o contrário. Primeiro, vem o escada. Por exemplo: Dean Martin & Jerry Lewis, o Gordo e o Magro. Eu me dedico muito ao Renato, fico nervoso em dias de estreia. Não por mim, um cara acostumado a improvisar no picadeiro, mas por ele”, afirmou.
Dedé também falou que ficou em depressão quando saiu da Globo, no fim dos anos 90: “Fiquei em depressão. Cheguei a engordar 35 kg. Mas Renato não tinha o poder para me recontratar. Depois que ‘Os Trapalhões’ acabou, chegamos a ter um programa juntos em Portugal por quatro anos, foi maravilhoso! Mas quando voltamos, ele continuou na Globo por ser embaixador da Unicef e cabeça do ‘Criança Esperança’. Para mim, não havia mais lugar. Fui para a ‘Escolinha do Barulho’, na Record, onde fiquei dois anos. Depois, fiquei quatro anos no SBT, com ‘Dedé e o Comando Maluco’. E quando Beto Carrero morreu e o programa no SBT acabou, Renato me convidou para voltar a Globo.”.
O comediante, cujo nome verdadeiro é Manfried Santana, tem 78 anos e se diz, apesar de todas as brigas e desentendimentos, amigo íntimo de Didi. Ele afirma que quer terminar seus dias atuante no palco ao lado do companheiro. Atualmente, Renato Aragão e Dedé Santana protagonizam juntos a peça “Os Saltimbancos Trapalhões”, no Rio de Janeiro.