Celebridades

Ex-babá, atriz tida como ‘gostosona’ diz que não se pesa há anos: “Acho balança agressiva”

Cris Vianna rebate William Waack (Foto: Divulgação)
Cris Vianna (Foto: Divulgação)

Antes da fama, muita gente passa por outros trabalhos que não são o sonho de ninguém, como por exemplo ser babá. É o caso de uma famosa atriz global.

É o caso de Cris Vianna, que foi babá para ajudar em casa, já que a grana era curta. “Comecei trabalhando como babá, trabalhei para ajudar no orçamento da minha mãe, meu pai era falecido, sou a mais velha. Cuidava de criança depois de ir para escola, eu tinha 13, 14 anos” disse ela ao canal de Gabriela Pugliesi no YouTube.

E acrescentou: “Vários lugares que eu ia falavam para minha mãe que eu tinha que ser modelo. E me convidaram para fazer comerciais, minha mãe levava, participava de concurso de moda, de beleza”.

E acrescentou: “Depois desse circuito com minha mãe me levando para as coisas fui conhecendo as pessoas, as pessoas me davam comercial para falar. Eu era tímida, aí quis entrar no curso de teatro. Eu era mais tímida, calada”.

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E deu uma declaração um tanto inusitada sobre a sua relação com a balança: “Tenho que me cuidar, desde que fui modelo. Hoje, todos os lugares que vou, provar roupa ou fazer algum trabalho, perguntam quanto peso e eu não sei. Não me peso desde que parei de ser modelo. Odeio balança, acho balança agressiva. Quero eu estar bem, me sentir bem”, explicou ela.

E ainda contou uma época em que foi alvo de ataques racistas por meio de redes sociais: “Depois da Maju (a jornalista Maria Júlia Coutinho), da Taís (Araújo, atriz), tive uns ‘haters’ que ficaram umas duas semanas. Ignorei. Acho que você não tem que dar voz para quem não tem voz. A gente não vai dar eco para quem quer explanar o mal, contribuir com aquilo que não é legal”.

Cris em conversa com Pugliesi. Reprodução/YouTube.

NO ENCONTRO COM FÁTIMA:

Cris Vianna esteve no Encontro recentemente e falou: “É importante não fortalecer as palavras de ódio e racismo. Quando você conta para os outros, fortalece de alguma forma”. “O problema do racismo não é só dos negros. A gente vive numa sociedade que não entendeu ou não quer entender isso. É problema de toda a sociedade”, disse.

E acrescentou: “A gente sofre muito na rua, não dá para dizer que não existe ou que é uma coisa minha, que sou negra. É de toda a sociedade. É muito doído viver esse tipo de coisa”, desabafou Cris.

Ela ainda comemorou que atualmente os holofotes estejam nesse assunto. “As pessoas hoje em dia estão mais corajosas,durante anos ninguém se manifestava. Parece que você está se vitimizando, fazendo ‘mimimi’, mas não é verdade. Não somos iguais, somos diferentes e o que a gente busca é ser respeitado. Quando a gente caminha para respeitar as diferenças, é o ideal”.

E finalizou: “Eu ouvi muito ‘você é uma negra bonita’. Essa frase não é boa. Eu olho e reforço que não é legal. Hoje as pessoas estão mais abertas ao diálogo. Moreninha é de morrer. Não é morena, é negra. É uma delícia ouvir”, completou ela.

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